MULHERES SKATISTAS

Finalmente a mulherada assume a atividade (andar de skate) sem medo de ser feliz. Percebo que as faixas etárias definem bastante o tipo de rolê que influencia diretamente na escolha do skate. Quando se é mais nova, tendem a aderir ao street em primeiro lugar ao contrário de mulheres um pouco mais velhas que, na grande maioria, nunca tiveram acesso ao skate nem como 'brinquedo', mas buscam o resultado da prática em rolês mais contínuos, sem pretensão inicial de manobras. Independente de modalidade, de estilo que vai se impor, do nível técnico que se possa atingir, o que realmente importa é ver cada vez mais mulheres aderindo ao skateboard. Passear na orla, no parque, na pista, na ladeira, nas ruas, competir ou não... pouco importa, viva o prazer de se manter sobre os eixos.

Com skate nas mãos, outras necessidades começam a se manifestar, uma das principais, e isso é unânime entre as mulheres, é companhia. Por mais que se tenha irmão, namorado, muitos amigos, falta a companhia de mais mulheres no skate, não que seja ruim andar com os caras, pelo contrário, mas andar com outra mulher é praticamente “entender e ser entendida”.

E assim, elas vão se organizando, se reunindo, se puxando, se informando e se divertindo muito por várias regiões e gerações.
grupo de skatistas em que os membros são constituidos apenas por mulheres, no caso as Skirtboarders. o grupo foi formado no Canadá e elas impulsionaram muito a cena do Skate Feminino.