CRENÇAS DE FADAS ...

Fadas

 "Quando um bebê ri pela primeira vez, sua risada se quebra em um milhão de pedaços e todos eles saem pulando por ai. É assim que nascem as fadas."
-
J.M Barrie, Peter Pan 



Quando queremos dizer que alguém é ingênuo, dizemos que esta pessoa acredita em Fadas. Quando contamos histórias de fantasia para crianças chamamos de "Contos de Fada". Elas estão presentes nas histórias da Cinderela e do Peter Pan entre outras e seu fascínio não diminuiu com o passar dos séculos figurando ainda em obras ,contemporâneas como Harry Poter, na qual aparecem como humanóides diminutos de natureza mágica. Mas a idéia central por trás da figura folclórica das fadas é muito mais profunda e intrigante do que as maravilhas das histórias infantis e a frieza que nosso ceticismo cotidiano deixa transparecer. O que é uma fada? De onde surgiram suas lendas? O que há por trás dos relatos destas fascinantes criaturas? Estas e outras dúvidas foram o alvo da pesquisa que apresentaremos agora no presente artigo.

Mesmo que não constituam prova de sua existência as pessoas vêem ou pensam que vêem coisas estranhas como fantasmas, lobisomens, discos-voadores e, é claro, fadas. O primeiro testemunho escrito sobre este seres é de Pompônio Mela, um geógrafo euro-asiático que viveu durante o século I d.c. Desde então muitas são as lendas que descrevem estas criaturas ou contam suas façanhas.  Estes relatos são sempre esporádicos e isolados na vida de uma pessoa, mas persistentes e constantes na história da humanidade. As fadas não existem portanto apenas nas histórias, mas antes disso existem também naquilo que as pessoas chamam de experiências. Mas falta de precisão científica atribuída aos relatos populares, além do preconceito que julga que qualquer relato popular é baseado sempre em ignorância e crendices tolas, tornam-se uma desculpa para a má-vontade acadêmica de pesquisar estes assuntos. assim, em vez de estudar o que estas experiências realmente trazem de verdade, descarta-se previamente todo o testemunho e assim livra-se do problema. Este é um erro histórico da Ciência, foi essa rejeição da livre observação que retardou em séculos a descoberta "científica" do calamar gigante, do celacanto, da paralisia no sono, dos meteoros e pasmem até dos gorilas, só para citar alguns exemplos.
Isso não significa que devemos acreditar em todo relato que ouvimos sobre qualquer coisa, isso seria tão precipitado como descartar tudo. Ao contrário, nossa postura deve ser de exploração. Não é um absurdo completo considerarmos que as algumas pessoas e sociedades tradicionais acreditem em fadas, no mínimo porque parcialmente alguma coisa que eles não sabemos explicar foi vista. Como escreveu o criptozoólogo irlandês Douglas Hyde: "O conto folclórico não deve ser confundido com a crença no folclore. a história é coisa muito mais intrincada complicada e elaborada do que a crença. É muito fácil distinguir um do outro. A crença é curta e oral, relacionada a pessoas reais e não contêm uma extensa seqüência de incidentes; já o conto folclórico é comprido, complicado mais ou menos convencional e, acima de tudo, tem o interesse agrupado em torno de uma figura tradicional em particular. O que Hyde chama de crenças podemos chamar de aparições.
Existem basicamente três formas de lidar com essa questão. Para alguns folcloristas, como Stewart Sanderson e Katharine Briggs, ambos notadamente cristãos,  as "aparições" são descartadas e passadas adiante sem qualquer reflexão. Para os parapsicólogos em geral o assunto têm despertado interesse zero. Por fim para autores como Evans-Wentz (Autor de The Fairy-Faith in Celtic Countries) e o poeta W.B Yeats (o mesmo que escreveu extensamente sobre as tradições e aparições dos duendes irlandeses em The Celtic Twilight) e para a historiadora ocultista Leslie Shepard, os avistamentos de fadas pela história são indícios fortes da existência de um mundo paralelo, localizado numa espécie de dimensão alternativa.
Fadas: definições e descrições
A própria definição do que é um fada é tão fugidia quanto as suas aparições. O folclorista Joseph Ritson, na sua dissertação On Faries, define fadas como uma espécie de seres parcialmente materiais, parcialmente espirituais, com o poder de mudarem a sua aparência e de, conforme a sua vontade, serem visíveis ou invisíveis para os seres humanos. Já Jorge Luís Borges e Margarita Guerrero em O Livros dos Seres Imaginários dá a seguinte descrição: "Seu nome se vincula ao vocábulo latino fatum (fado, destino). Intervêm magicamente no que sucede aos homens. Já foi dito que as fadas são as mais numerosas, as mais belas e as mais memoráveis das divindades menores. Não estão limitadas a uma única região ou a uma única época. Os antigos gregos, os esquimós e os pele-vermelhas narram histórias de heróis que alcançaram o amor dessas fantásticas criaturas. Tais aventuras são perigosas; a fada, uma vez satisfeita sua paixão, pode matar seus amantes. Na Irlanda e na Escócia atribuem-lhes moradas subterrâneas, onde confinam crianças e os homens que costumam seqüestrar. O povo crê que elas possuíam as pontas de flechas neolíticas que desenterraram nos campos e as quais dotam de infalíveis virtudes medicinais. As fadas gostam da cor verde, do canto e da música."
Apesar de nos dias de hoje, principalmente por causa da mídia de filmes e desenhos infantis, as fadas serem retratadas como pequenas mulheres com asas, originalmente e até hoj em locais onde a crença nesses seres é forte, elas eram descritas de formas muito diferente, inclusive conflitantes: para alguns era seres altos, com mais de 3 metros de altura, canibais e violentos, para outros eram criatura deformadas e ignorantes, ainda existem aqueles que as descrevem como seres quase angelicais. Isso mostra que provavelmente Fada era um adjetivo usado para se descrever grande parte dos seres culturais que existiam em certas localidades, mesmo que se tratassem de criaturas muito diferentes entre si. Da mesma que eram descritas como seres pequenos, existem inúmeros relatos que lhes conferem a estatura de uma pessoa normal. Isso pode indicar também que sua estatura está associada a sua natureza sutil, o resultado de sua vontade e não de sua limitação física.
Suas asas se tornaram populares na era vitoriana, nos séculos XV e XVI, quando as fadas passarma a ser pintadas, mas elas são raramente mencionadas nas compilações folclóricas, onde mesmo quando voam o fazem através de mágica e não asas, ou então surgem voando nas costas de insetos ou pássaros.
Além de descrições antropomórficas, existem relatos de fadas descritas com a aparência de um animal, às vezes a fada tem a capacidade de assumir a forma de um animal, outras ela não muda de forma e o animal, como cachorros negros, por exemplo, mantém sua forma constantemente, mas se difere de um simples cão por ser uma fada.
Em alguns casos surgem como seres que apesar de confundir não podem dizer uma mentira, outras vezes como seres malignos e mentirosos por natureza.
A breve abordagem acadêmica
Um dos primeiros estudos importantes sobre as fadas é "A República Secreta dos Elfos, das Fadas e dos Faunos", escrito em 1691 pelo  pastor presbiteriano escocês, reverendo Robert Kirk de Aberboyle. Trabalhando nas Highlands da Escócia, ele tinha interesse vívido pelas crenças sobrenaturais da região e estava convencido da realidade das fadas. Ele mesmo pergunta no início do seu tratado: "Como seria possível a uma crença tão disseminada, mesmo que tenha apenas um décimo de verdade em suas histórias, brotar do nada?. Ele realizou suas investigações tendo em vista que quando tivesse informações sucifientes, poderia esmiuçar ao máximo a natureza da vida destas criaturas. Segundo ele as fadas são de uma "natureza intermediária entre os homens e os anjos, como eram os daemons descritos pelos antigos". Esta definição não é muito diferente da dada pela teosofia. Dora Gelger em seu livro O mundo real das fadas e que as descreve como uma sorte de elemental.

Rev. Kirk detalha a aparência das fadas em seu tratado diz que elas possuem corpos de espíritos fluídos, capazes de mudar a cor da luz que emanam, mais ou menos da mesma natureza de uma nuvem condensada e que podem ser mais facilmente observadas durante o crepúsculo do anoitecer. Seu corpo é de uma matéria tão sutil que elas parecem poder aparecer e desaparecer ao seu bel prazer. Elas guardam costumes e idioma como o do povo do país em que vivem. Certas fadas possuem uma natureza tal que podem ser vistas em trânsito, mas nunca estacionárias. Outras nunca ficam paradas estando sempre em algum tipo de movimento. Outras ainda podiam ser ouvidas mas não vistas. Viajam muito, amiúde pelos ares, podiam roubar o que  quisessem (desde alimentos até bebês humanos)  e não tinham religião particular. Os mortais dotados de clarividência  tinham maior probabilidade de vê-las, já que eram geralmente invisiveis ao olho humano. Diz a lenda que o Rev Kirk foi arrebatado para o mundo das fadas pouco depois de publicar seu tratado, as fadas o teriam levado embora por ter revelado seus mistérios. Em 1815, Sir Walter Stooth Scott ( Não confundir com o famoso literato de mesmo nome) fez publicar esse manuscrito, e surpreendentemente também sumiu do dia para noite.
O assunto só ganhou interesse acadêmico um século depois quando o já citado W. Y Evans-Wentz publicou em 1911 seu livro "A Crença nos duendes nos Países Celtas". Evans era antropólogo especializado em religião e doutorado pela Universidade de Oxford. Ele percorreu as ilhas britânicas e a Bretanha na costa oeste da França e publicou o resultado de suas viagens em um espesso livro que permanece um clássico dos estudos de criptozoologia. Além de documentar o que restava da tradição oral da crença Wentz concluiu que "Podemos postular cientificamente que, diante dos dados da pesquisa a existência dessas inteligências sutis. Se são deuses, gênios, demônios, ou como alega o próprio povo que o descreve fadas legítimas este é um trabalho inconcluso que o futuro nos reserva."
Como vimos, a influência das fadas em escolas iniciáticas ou em grupos ocultistas se desenvolveu criando-se uma cultura igualmente rica à folclórica, mas focada para um aspecto menos cotidiano: a busca pela sabedoria. Inlfuencidos pelo cristianismo esotérico muitos esotéricos, como a própria Gelder, dividem os seres invisíveis da criação em grupos, os seres superiores seriam os anjos ou devas, que além dos próprios afazeres teriam também a supervisão dos seres "inferiores" em sua lista de tarefas. Então, tomados pela mesma sanha de catalogar e dividir, esses esoteriastas separam os seres invisíveis e os associam com os diferentes quatro elementos da cultura mística ocidental. De acordo com essa divisão as fadas seriam elementais do ar.
Embora com o tempo tenham sido comparadas com anjos, ou colocadas sob sua guarda e sejam vistas em sua maioria como seres benignos que gostam de ajudar as pessoas, uma compilação folclórica sobre costumes em relação a fadas mostram que grande parte do que se sabe a respeito de fadas são maneiras de se proteger se sua magia e sua malícia. Além disso uma crença comum era a de que fadas eram conhecidas por roubar recém nascidos, muitas vezes substituíndo-os por crianças fadas ou outro tipo de criaturas que se assemelhavam ao bebê, mas com o tempo iam revelando sua origem não humana.
No Brasil as fadas também não são desconhecidas, existem várias histórias, algumas até paralelos de contos europeus como o da Cinderela, batizada de Bicho de Palha, onde para fugir dos maus tratos de uma madrasta que se casou com seu pai, um rico comerciante, e possuía uma filha com a sua idade, uma jovem foge de casa e busca viver a vida em outro lugar. Ao passar perto de um rio encontra uma senhora de cara bondosa que a instrui a criar um manto de palha que lhe deixasse à mostra apenas os olhos e buscasse emprego em um castelo, lhe deixando de presente uma vara de condão. Bicho de Palha consegue o emprego e fica no castelo até que o belo príncipe decide se casar e prepara uma festa que durará três dias para escolher a futura esposa. Como todas as mulheres do castelo estão ocupadas se preparando para a festa todo o trabalho sobra para Bicho de Palha, de quem ninguém conhece a identidade. Eventualmente ela apela para a vara de condão e faz suas roupas de palha virarem um belo vestido e ganha seus sapatos de cristal. O resto da história todos conhecem, mas o curioso é que no final da história a velha senhora volta a encontrar ela para pegar de volta sua varinha e Bicho de Palha descobre que ela uma fada. Com o tempo e com a evangelização do pais, a figura da fada foi substituída pela de Nossa Senhora, mas o elemento da magia e da vara de condão permanecem presentes.
As Fadas de Cottingley
Muito do ceticismo atual em torno das fadas se deve a um episódio ocorrido em meados de 1917, o famoso caso conhecido como "As Fadas de Cottingley". Nele, duas adolescentes inglesas Elsie Wright e Frances Griffiths ganharam fama ao alegar que conseguiram fotografias autênticas de fadas e duendes que habitavam o jardim da casa onde viviam. O caso ganhou atenção internacional, em especial do público espiritualista e foram publicadas no Strand Magazine em 1920. Confira algumas delas abaixo:
fadas 1  Fada 2
fada 3  Fada 4

As duas primas de Cottingley ganharam um insuspeito advogado quando Sir Arthur Conan Doyle, criador do famoso personagem Sherlock Holmes chegou a escrever um livro The Coming of the Fairies ("A Vinda das Fadas") para defender a veracidade das mesmas. De fato nenhum especialista até hoje conseguiu qualquer evidência de montagem fotográfica ou manipulação de imagens. Entrevistadas pela BBC muitos anos depois, em 1970 as duas senhoras continuaram defendendo sua história, mas Elsie declarou que "se você pensar seriamente em alguma coisa ela se tornará sólida, real. Acredito que as fadas eram invenção da nossa imaginação" e muitas pessoas viram nisso uma velada confissão de fraude. As suspeitas se confirmaram em 1982 quando numa entrevista a Joe Cooper as primas admitiram que haviam forjado as fotos. Sem nenhum talento para manipulação fotográfica, elas apenas posaram ao lado de recortes de papel.

Presente de Fadas
Independente de sua aparência ou motivação, as fadas são conhecidas por seus presentes. Geralmente após presentear uma pessoa, elas esperam um outro presente em troca, caso não recebam elas infernizam a vida e a calma da pessoa que teve a sorte de receber o que elas tinham para dar. Alguns consideram seus presentes um sinal de boa sorte, outros afirmam que nada que venha de uma fada é coisa boa, e deve ser evitado a qualquer custo e assim desenvolveram uma série de costumes para se afastar fadas, como o uso de amuletos, preces e o Ferro-Frio, que para uma fada é pior do que veneno.
Por outro lado, uma tradição que mostra como presentes de fadas são bem-vindos é a crença na fada-do-dente, disseminada para as crianças, onde os dentes de leite que caem são deixados deaixo do travesseiro para que a fada-dos-dentes o substitua por um doce, uma moeda ou um presente.

Acreditar em Fadas
Se o objetivo das fadas é esconder-se dos humanos nenhum golpe poderia ser mais certeiro. Desde então nenhum crédito científico ou acadêmico foi dado para qualquer relato envolvendo estes seres fantásticos. Se as fadas existirem de fato, estão hoje mais protegidas do que nunca. Porém, para sermos imparciais devemos admitir que  mesmo aquelas pessoas que desejam dar um salto de fé e confirmar a existência delas se deparam com um problema que não é trivial: as tradições sobre as fadas quando consideradas em seu conjunto são complexas e variadas demais para constituírem um todo coerente. Quando lemos a vasta quantidade de relatos pensamos muito mais em divagações da imaginação do que em um misterioso mundo invisível no qual elas habitariam.  De fato, a palavra fairyplain (o mundo das fadas) procede de uma palavra mais antiga fai-erie, que significava mais um estado de encantamento do que um lugar sobrenatural.  No clássico Peter Pan, lemos ludicamente que cada vez que alguém diz "Não acredito em Fadas", uma fada cai morta no chão em algum lugar.  A título de hipótese talvez as fadas sejam dependentes de nossa imaginação, como sugere esta citação. Não por serem meras crenças, pois os relatos durante toda história nos proibe de achar isso, mas por serem centelhas de inteligências automonas que vivem em nossa imaginação. Vivem em nossa mente tal como as bacterias e microorganismos vivem em nossos corpos físicos e se revelam apenas quando nos tornamos receptivos a elas.

  • Alimente sua alma com mais Fadas

Fadas, Duendes, Elfos, Gnomos, Bruxas e outros serem que me encantam....



E as fadas? ...
- Bem, podemos dizer que as fadas sejam seres de transição entre os elementos terra e ar.
Note-se que, embora tenham como função cuidar das flores e dos fr
utos, ligados à terra, elas se apresentam com asas. Pequenas e ágeis, irradiam luz branca e, em virtude de sua extrema delicadeza, realizam tarefas minuciosas à natureza. S
eu trabalho também compreende a interferência direta na cor e nos matizes de tudo que existe no planeta Terra. Como tarefa espiritual, adoram auxiliar na limpeza
de ambientes de instituições religiosas, templos e casas espíritas. Especializaram-se em emitir determinada substância capaz de manter por tempo indeterminado as formas mentais de ordem superior. Do mesmo modo, auxiliam espíritos superiores na elaboração de ambientes extrafísicos com aparências belas
e paradisíacas. E, ainda, quando espíritos perversos são resgatados de seus antros e bases sombrias, são as fadas, sob a supervisão de seres mais elevados, que auxiliam na reconstrução desses ambientes. Transmutam a matéria astral impregnada d
e fluídos tóxicos e daninhos
em castelos de luz e esplendor."







E os Elfos?...
Elfo é uma criatura mística da Mitologia Nórdica, que aparece com frequência na literatura medieval européia.
Nesta mitologia os elfos chamam-se Alfs ou Alfr, também chamados de "elfos da luz" - Ljosalfr. São descritos como seres belos e luminosos, ou ainda seres semi-divinos, mágicos, semelhantes à imagem literária da
s fadas ou das ninfas. De fato, a palavra "Sol" na língua nórdica era Alfrothul, ou seja: o Raio Élfico; dizia-se que por isso seus raios seriam fatais a elfos e anões.
Eram divindades menores da natureza e da fertilidade. Os elfos são geralmente mostrados como jovens de grande beleza vivendo entre as florestas, sob a terra, em fontes e outros lugares naturais. Foram retratados como seres sensíveis, de longa vida ou imortalidade, com poderes mágicos, estreita ligação com a natureza e geralmente acompanhadas de ótimos arqueiros. São por assim dizer, o marido das fadas.


E os Gnomos?
Os gnomos são simpáticos velhinhos de cara enrugada e roupa suja e amassada.
O gnomos têm corpo.

Vivem uns seis
centos anos, mas morrem como os humanos.
Conta-se que foram os primeiros habitantes do mundo.
Vivem debaixo da terra e adoram trabalhar.
Transformam rochas em cristais e dão brilho e cor a todas as pedras preciosas.
Também fertilizam a terra e a deixam macia para que as sementes fiquem bem acomodadas.
O gnomos gostam tanto de certas pedras que, às vezes, vão morar dentro delas.

pessoas afirmam que, de noite, costumam ouvir ronquinhos saindo de seus cristais.
Muitas bruxas usam bola de cristal para ver o futuro.
O que pouca gente sabe é que são os gnomos que
moram dentro das bolas e contam tudo para elas.
Vocês sabem por que é tão difícil de ver os gnomos?
Pois bem.
Houve uma época em que os gnomos viviam entre os seres humanos.
Mas, quando os homens começaram a destruir florestas, eles se ofenderam e desapareceram.
Agora eles nos observam de longe e às vezes escolhem certas crianças especiais para acompanhar durante a vida toda.
O que se sabe é que sua música apresenta uma beleza harmoniosa e eterna que a humanidade não cansa de apreciar.

E os Duendes?
A este grupo de elementais ligados às plantas pertencem os silvestres, os sátiros, as dríades, as hamadríades, os durdalis, os elfos e os "homenzinhos velhos das florestas". Muitos desse elementais são habitantes indígenas das substâncias em que trabalham. Por exemplo, as hamadríadres vivem e morrem nas plantas ou árvores de que são parte. Afirma-se que cada arbusto, planta ou flor tem o seu espírito de natureza, que freqüentemente usa o corpo físico da planta como sua habitação. Os antigos filósofos, reconhecendo o princípio da inteligência que se manifesta analogamente em cada setor da natureza, acreditavam que a qualidade da seleção natural, exibida por criaturas que não possuíam mentalidades organizadas para tanto, expressavam decisões dos próprios espíritos da natureza. Assim, em defesa da planta que habitava, o elemental aceitava ou rejeitava elementos alimentícios, depositava na planta matérias colorantes, preservava e protegia a semente, e realizava muitos outros serviços benéficos. Cada espécie era servida por um tipo diferente, porém apropriado, de espírito da natureza. Aqueles que trabalhavam com cogumelos venenosos, por exemplo, tinham aparência ofensiva. As grandes árvores também têm seus espíritos da natureza, mas estes são muito maiores que os das plantas pequenas.

(Elementais da Terra Vegetais)
Os Duendes são alegres, amam festas, músicas e danças.O comportamento varia em geral baseiam em atitudes humanas por estarem próximos aos homens. Esta aproximação sempre é favorecida quando o ser humano está mais frágil e sensível.
Os Duendes são ligados à Terra e geralmente conseguem controlar imprevistos da natureza
Os Duendes vivem vários anos e chegam a constituir famílias. Adoram comer e fazer brincadeiras tais como esconder objetos. Alguns possuem orelhas grandes e pontudas e grande quantidade de pêlos no corpo. Quando confiam nos homens se tornam fiéis e grandes protetores.
Magnodum: Duende da Magia
Tende: Duende da Sorte
Dunaz: Duende da Natureza
Dulei: Duende da Alegria
Duendo: Duende da União
Os duendes traquinas adoram roubar cavalos e pôneis para cavalgarem loucamente pela chanerca, enrolando e embaraçando suas crinas, fazendo com que esvoacem ao vento. Mesmo em casa, não se está seguro com relação a eles pois gostam de atirar potes e panelas nas cozinheiras.
Embora apreciem muito uma brincadeira, os duendes são trabalhadores e esforçados e são vistos freqüentemente à noite debulhando milho em troca de pão e queijo.
As lendas dizem que são pequenos anões, um gnomo ou duende pode variar de 3 a 30 cm de altura. O comportamento varia em geral baseiam em atitudes humanas por estarem próximos aos homens. Esta aproximação sempre é favorecida quando o ser humano está mais frágil e sensível.
Os Duendes são ligados à Terra e geralmente conseguem controlar imprevistos da natureza. Tanto Gnomos como Duendes vivem vários anos, cerca de cem anos e chegam a constituir famílias. Adoram comer e fazer brincadeiras tais como esconder objetos. Alguns possuem orelhas grandes e pontudas e grande quantidade de pêlos no corpo.
Quando confiam nos homens se tornam fiéis e grandes protetores.

Outros
Existe um grupo de elementais ligados às plantas pertencem os silvestres, os sátiros, as dríades, as hamadríades, os durdalis, os elfos e os "homenzinhos velhos das florestas". Muitos desse elementais são habitantes indígenas das substâncias em que trabalham. Por exemplo, as hamadríadres vivem e morrem nas plantas ou árvores de que são parte. Afirma-se que cada arbusto, planta ou flor tem o seu espírito de natureza, que freqüentemente usa o corpo físico da planta como sua habitação. Os antigos filósofos, reconhecendo o princípio da inteligência que se manifesta analogamente em cada setor da natureza, acreditavam que a qualidade da seleção natural, exibida por criaturas que não possuíam mentalidades organizadas para tanto, expressavam decisões dos próprios espíritos da natureza. Assim, em defesa da planta que habitava, o elemental aceitava ou rejeitava elementos alimentícios, depositava na planta matérias colorantes, preservava e protegia a semente, e realizava muitos outros serviços benéficos. Cada espécie era servida por um tipo diferente, porém apropriado, de espírito da natureza. Aqueles que trabalhavam com cogumelos venenosos, por exemplo, tinham aparência ofensiva. As grandes árvores também têm seus espíritos da natureza, mas estes são muito maiores que os das plantas pequenas.



Fadas na cultura popular

      • Lorelei, a fada alemã, de longos cabelos louros, que canta para atrair os homens e afogá-los.
      • Melusina, a mulher-serpente, fugiu no dia em que o marido, Raymond de Poitou, demasiado curioso, surpreendeu-a no banho em seu aspecto encantado.
      • Morgana Le Fay, a protetora do rei Artur em Avalon.
      • Viviane, a amante de Merlin.
      • Sininho (ou Tinker Bell), fada fiel a Peter Pan que é apaixonada platonicamente pelo companheiro.
      •  


Mitos e lendas mais comuns da Irlanda


O Banshee era uma mulher que carregava com ela um presságio de morte . Às vezes vista como uma velha vestida de trapos, outras vezes, como um bela jovem e, até mesmo como uma mulher com a roupa sangrenta. Sempre que vista, solta um grito horrível e diz a lenda que este grito traz a morte para qualquer família que a ouve. 


Changeling


Como diz a lenda, fadas fêmea dão a luz a crianças deformadas, mas como elas preferem visualmente bebês agradáveis, eles iriam para o mundo mortal e seriam trocados por um ser humano saudável, deixando para trás um changeling. O changeling só fica feliz quando a desgraça ou tristeza aconteceu na casa. A lenda changeling tem durado por séculos. 


Os Filhos de Lir


A história dos Filhos de Lir vem do irlandês do ciclo mitológico. Lir era o senhor do mar. Ele tinha uma esposa e quatro filhos. Quando a mulher de Lir morreu, ele casou com a irmã de sua esposa, Aoife. Aoife tinha ciúmes dos filhos de Lir e queria se livrar deles. Um dia Aoife levou as crianças a um lago. Enquanto eles estavam nadando ela realizou um feitiço sobre eles e os transformou em cisnes. Sob o feitiço as crianças deveriam permanecer cisnes até que ouvissem o som de um sino cristão. 


Fadas


Fadas existem de alguma forma na mitologia em todo o mundo, mas têm uma importância especial para os irlandeses. Uma fada irlandesa pode assumir qualquer forma que desejar, mas geralmente escolhe uma forma humana. Dizem ser bonita, poderosa e difícil de resistir, o que é lamentável porque a maioria das fadas na Irlanda ao invés de amor, trazem desgraça e má sorte para os mortais que se aproximam delas.


Duendes


Duendes já existem na lenda irlandesa desde os tempos medievais. Tradicionalmente, os duendes são fadas, muitas vezes aparecem aos seres humanos como um homem velho – muito diferente da visão moderna de uma duende (pequena criança em um terno verde). Como diz a lenda, duendes adoram colecionar ouro, que eles armazenam em uma panela e escondem no final do arco-íris. 




***FADAS*****


A crença em fadas e outros seres mágicos tem suas raízes na noite dos tempos e a recordação desta crença persiste no mas profundo da psique humana. Em toda Europa, o povo, e em especial as comunidades rurais, conservou uma grande riqueza de tradições relativas a estes seres que adotam uma grande variedade de formas e que podem ser bons ou maus, prejudiciais ou benéficos, mas aos que em qualquer caso há que os tratar com grande prudência, pois ofendê-los pode ser muito perigoso. Para proteger-se deles ou para ganhar-se seu favor, há muitos amuletos, gestos, rituais, etc., nos que o povo confiava cegamente. E é que a relação entre fadas e humanos é muito complexa, de mútua dependência e regidas por uns parametros fora do cotidiano, já que o mundo das fadas tem suas próprias leis, muito distintas das nossas. Algumas destas crenças são tão antigas como a vida mesma: existem crônicas medievais de princípios dp seculo XII!!! 

O reino das fadas e duendes se divide em quatro grupos.
  • Espíritos da terra: Duendes, Gnomos e Trolls
  • Espíritos do água: Ninfas e Duendes do Água.
  • Espíritos do fogo: Salamandras.
  • Espíritos do ar: Sílfos.
Terra: É o mas denso de todos os elementos. Representa o inverno e a noite.
  • Duendes: Segundo a mitologia, os duendes são grandes seres mágicos. Dividiram-se em duas colônias de férias, os Ljsalfar, ou duendes de luz e Dopkalfar ou duendes da oscuridade, os quais viviam nos bosques escuros e sob as ondas do mar.
  • Gnomos: Não habitam na superfície da terra,senão no subsolo.
  • Trolls:  Temem a luz do dia.
Características dos espíritos da terra.
  • Cor: Verde
  • Energia: Receptiva.
  • Metais: Ferro.
  • Estação: Inverno
  • Direção: Norte
  • Tempo: Noite.
Água: É o elemento da cura, do psíquico e do amor. A água é amor, purifica e limpa. Representa o outono e o crepúsculo. Debaixo dos lagos e mares há imensas cidades e reinos de ninfas e duendes da água. Governada pelas Ondinas, criaturas mitológicas da água
  • Ondinas: Costumam entar nas profundidades nas quais lhes encanta estar.
Características dos espíritos do Água
  • Cor: azul.
  • Energia: Receptiva.
  • Metais: Mercurio, Prata e Cobre.
  • Estação: Outono.
  • Direção: Oeste.
  • Tempo: Crepúsculo
Ar: É o elemento da inteligência da mente. Representa a primavera e o Alvorecer. Está habitado por Sílfos ,que a vezes aparecem como borboletas.
  • Sílfos: São as que controlam os ventos. Quanto a tamanho são as mas grandes
Características dos espíritos do Ar
  • Cor: Amarelo.
  • Tipo de energia: Protetora.
  • Metais: Estanh, Cobre.
  • Estação: Primavera.
  • Direção: LEste.
  • Tempo: Alvorecer.
Fogo: É o elemento tanto da Criação como da Destruição. Bem como o fogo destrói árvores, nova vida pode crescer em seu lugar.Representa o verão e ao pleno meio dia. É o reino da Salamandra legendaria ou lagarto de fogo.A salamandra nos diz que todas as coisas são possível com um pouco de imaginação e coragem.
  • Salamandras: Controlam o fogo. Após terminar seu período terrestre,se tranforman em:
  • Farrallis: São os que trabalham como maestros.
  • Aspiretes: São os que executam.
  • Ra-Arus: É a máxima categoria. 
  • Hiarrus: elaboram os planos a executar
Características dos espíritos do Fogo
  • Cor: Vermelho.
  • Tipo de energia: Protetora.
  • Metais: Ouro
  • Estação: Verão.
  • Direção: Sul
  • Tempo: Meio dia










Fada
Se você sair por aí perguntando o que as pessoas acham a respeito das Fadas
ou se elas existem mesmo, obterá as mais variadas respostas para o assunto.
Algumas pessoas lhe dirão que
elas são espíritos da natureza...
Outras acreditam que são
espíritos das trevas que habitam
nos limites das dimensões terrestres...
Há quem diga que são anjos caídos...
Por estarem associadas a mitos pagãos, os líderes religiosos da Idade Média as rotularam de
“espíritos demoníacos”, tentando desmistificá-las nos antigos ritos e crenças encontrados em toda
a Europa. Contudo, existem referências a elas por todos os cantos do globo.
No Japão,crê-se que podem ser encontradas em certos bonsais sagrados.
Na África, elas são invocadaspara obter certos favores.
Alguns estudiosos de mitologia chegaram à conclusão de que a crença na existência das fadas
decorre da adaptação ou má compreensão de mitos mais antigos.
Mas também acontece deencontrarmos certas fadas que nos levam a crer que tenham sido criadas
pela fértil imaginação humana,sempre pronta em encontrar apoio externo
para solucionar seus problemas e dificuldades.
Outras, foram criadas para explicar certos fenômenosnaturais para os quais a humanidade
ainda não tinha respostas racionais.
Mas mesmo existindo ou não , você acredita em fadas , você acha que possa existir em algúm lugar desse
mundo tão misterioso seres mágicos que fazem o bem , acreditando ou não ,isso não importa.Calma isso não
quer dizer que eu não acho que sua opinião seja importante p/ mim, pois todas as opiniões são importantes,
mas isso apenas não vem ao caso.
Sejam bem vindos ........
Isto é apenas uma matéria interessante q achei p/ colocar , não está se referindo ao tipo de religião ,
afinal quero que minhas matérias lhe sirvam apenas como produtividade p/ que vcs entendam mais oq
os seres humanos acreditam , deixe sua opinião !!
A Questão é : VC ACREDITA EM FADAS...




Fairy Wicca ( Tradição das fadas )


Existe uma Tradição na Wicca que é especialmente dedicada a buscar a conexão com os Deuses através do Povo das Fadas:
é a Fairy Wicca, a Tradição dos Fays ou Fairies (Povo das Fadas).
  A crença nos Fays (Fadas) é um aspecto importante do folclore gaélico até hoje.
  Atualmente, há várias versões que tentam explicar sua origem: as versões cristianizadas e,
portanto, mais recentes, falam que eles são "anjos caídos", que foram negados a um lugar no céu por algum delito pouco sério,
ou os Deuses antigos, que diminuíram de estatura como resultado da introdução do cristianismo entre seus povos.
  Muitas pessoas entendem que os Fays são uma raça não-humana que também vive nesse planeta.
  Mas a tradição mais divulgada falam que os Fays são os remanescentes dos primitivos povos britânicos,
  mais conhecidos como "Velho Povo" (Fays).
  Ao que parece, o Velho Povo habitava as Ilhas Britânicas na Idade do Bronze.
  Quando começou a invasão das suas terras, esse povo fugiu para as montanhas e colinas
(chamadas, em gaélico, de Sidhe ou Sidh - que significa "Terras Altas") para se protegerem das guerras,
uma vez que eram povos pacíficos. Essas novas terras, ocupadas pelos Fays,
passou a ser chamada de Fairland (Terra das Fadas).
  A mitologia britânica, conserva o nome de alguns desses povos:
  Os Daione Sidhe (pronúnica: di-na chi) - fadas das montanhas/subterrâneas;
  Os Bwragedd Annwn (pronúncia: burageth anun) - fadas dos lagos;
  Os Flidais - fadas das florestas e bosques;
  Os Tylmyth Teg (pronúncia: tarluith-taig) - do país de Gales; e
  Os Unseelie - da Escócia.
  Menos conhecidos, também falam dos "Bons Vizinhos", os Seeli e o Povo Wee.
  Nas montanhas, os Daione Sidhe construíram casas subterrâneas (chamadas "brugh"),
  cuja entrada era marcada por outeiros ou pequenos montes (chamados "knowe").
  Os Bwragedd Annwn, por sua fez, tinha a entrada de suas cidades subterrâneas no fundo de lagos, riachos e córregos.
  A atividade mais comum dos Fays é a criação de um gado malhado - chamado Gwartheg Y Llyn (pronúncia: guarr-they er thlin) -,
que pastoreiam com a ajuda de grandes cães brancos com orelhas vermelhas - os Cwn Annwn (pronúncia: kun anun)
ou "Cães dos Montes".
  A Tradição Fairy Wicca quer resgatar a religiosidade desses antigos povos britânicos,
trabalhando com energias e espíritos da natureza, de acordo com rituais muito antigos,
que dizem ser herança do próprio "Velho Povo".
  A visão de "Fadas" que os bruxos da Fairy Wicca têm, é muito diferente da que estamos acostumados.
  Não tem nada a ver com a "Sininho", do Peter Pan, ou a Fada Azul, do Pinóquio.
  Eles entendem os Fays como elementais dos quatro Elementos, ou seja, para eles, os Silfos, as Salamandras,
os Duendes, os Gnomos, as Ondinas, as Sereias, etc., são todos membros do mesmo Velho Povo. Justificam essa visão,
lembrando que tudo que faz parte da Natureza, tem um ou mais Fays responsável. Cada folha de grama, cada pedaço de pedra,
cada árvore, cada planta, cada porção de ar ou de água tem no mínimo um Fays ali.
  Portanto, estamos cercados de fadas por onde quer que andemos: a fibra vegetal de nossas roupas,
a madeira da mesa e da cadeira, a água que bebemos e o ar que respiramos... Em cada porção da Natureza,
há um Fay responsável.
















Sobre as Fadas
O nome em inglês das fadas "faeries" ou "fairyes", provavelmente é uma combinação de "fae", vinda da palavra "friend" (amigo, em inglês) e "eire", vinda de "green" (verde) significando, "Amigo Verde (Green Friend). As primeiras histórias de fadas mostram que elas eram, de início, as personagens que levavam presentes aos recém-nascidos.
             Fadas podem ser vistas claramente apenas por animais e raramente por humanos, e se alguém tiver essa sorte, poderá, ao menos, ter visto rapidamente uma fada. Mas há algumas poucas exceções, entretanto. A primeira delas é quando a fada usa uma técnica mágica, o glamour, para mudar a sua aparência física e assim, poder se mostrar aos humanos. A segunda chance é de vê-las dançando e cantando num ritual que acontece no Verão, no dia em que o Sol está no ponto mais alto do céu. A terceira chance de se ver uma fada através de uma pedra que tenha sido furada ao meio pela força da água. 
            O reino das fadas é comandado pela Rainha Titania e seu consorte Príncipe Oberon.
             O Folclore gaélico dá muita importância às fadas, tanto nas lendas, como nas músicas. A crença nas fadas invadiu também as lendas celtas. Na Escócia,
houve um famoso incidente, em que três mortais, Thomas the Rymer, Tam Lim e o padre Robert Kirk, autor do livro O segredo do povo dos Elfos, Faunos e Fadas, foram levados à Terra das Fadas. Existem algumas hipóteses sobre a origem das fadas:

             Que elas tenham sido formadoras de uma raça, de estatura menor que a dos humanos e que moravam abaixo da superfície;
             Alguns dizem que elas são Anjos Caídos, que foram expulsas do céu, após se negarem a cumprir uma ordem;
             As fadas também são vistas como espíritos dos ancestrais;
             São consideradas também Deuses Antigos, que diminuíram em estatura por não aceitarem a Igreja Católica.
             Mas as fadas fazem parte do imaginário popular graças aos contos e histórias de autores como os irmãos Grimm. Nestas histórias, elas têm papel decisivo, muitas vezes auxiliando o protagonista ou lhe concedendo uma graça que ele jamais poderia alcançar por si.





ORAÇÃO À RAINHA DAS FADAS

Ave, Rainha das Fadas! Tu que colocas mais frescor nas manhãs, sedução nas
tardes, mistérios nas noites e doçura nas madrugadas, derrama um pouco de
tudo isso sobre mim para que eu possa encantar, seduzir, alegrar, apaixonar,
ser e fazer feliz.
Ó, Fada Rainha! Ouve a prece minha.
Rainha da Alvorada, Musa dos Namorados, dos Poetas, dos Magos, dos Cantores,
dos Escritores, enche minha alma de sonhos, de música, de poesia e cobre meu
corpo de encantos, de carícias e de flores, porque assim poderei dar todas
as delícias e receber todos os amores!
Senhora de todas as Primaveras, das mais lindas quimeras, de todas as Eras!
Dá-me todos os alimentos e todos os encantamentos de Afrodite, seus licores,
seus perfumes, seus sabores, para que eu seja cada vez mais suave, mais
ardente, mágica, atraente... uma Lua Ensolarada, Enluarada, uma Deusa
Concreta, Completa! Para que eu seja uma... uma... uma Perfeita Fada e ame
sempre e sempre seja amada.
Ave! Ave! Ave Rainha das Flores, dos Amores, das Alvoradas... ave, Rainha
das Fadas! "Todos os sons, todas as luzes, todos os Dons para mim".
Obrigada. Ave, Rainha das Fadas!

As Fadas gostam de frutas, de flores, de água fresca e de muitas coisas mais
Há rituais específicos para três, sete e treze Fadas e um ritual para todas
as Fadas. Os banhos das Fadas são feitos com flores e sucos de frutas.
Gostam de dar e de receber presentes.




Fadas

Fadas são seres miticos do folclore e romances. São muitas vezes apresentadas como pequenos humanos alados com poderes mágicos. As fadas madrinhas são seres protectores, como os anjos da guarda.
As fadas não se devem confundir com gnomos, que são tambem seres humanos minusculos miticos mas deformados e que vivem debaixo da terra. Os elfos são representados como anões, tal como os irlandeses, conhecidos pelas suas partidas mas tambem por conhecerem tesouros enterrados.





CONTO DE FADAS PARA AS MULHERES DO SÉCULO XXI

Era uma vez.... numa terra muito distante... uma princesa linda, independente e cheia de auto-estima que se deparou com uma rã enquanto contemplava a natureza e pensava em como o maravilhoso lago do seu castelo estava de acordo com as conformidades ecológicas.
Então a rã pulou para o seu colo e disse:
- Linda princesa, eu já fui um príncipe muito bonito. Uma bruxa má lançou-me um encanto e eu transformei-me nesta rã asquerosa. Um beijo teu, no entanto, há de me transformar de novo num belo príncipe e poderemos casar e constituir lar feliz no teu lindo castelo. A minha mãe poderia vir morar conosco e tu poderias preparar o meu jantar, lavarias as minhas roupas, criarias os nossos filhos e seríamos felizes para sempre...
Naquela noite, enquanto saboreava pernas de rã à sautée, acompanhadas de um cremoso molho acebolado e de um finíssimo vinho branco, a princesa sorria e pensava...
Nem morta!

Luis Fernando Verissimo


Princesa Alada

No meio da tarde
De uma floresta encantada
Entre margaridas singelas
E fadas rosadas
Se encontra uma pequena
Princesa alada.

Ela é tão pequena que toma chá na ponta do pé
A mesinha do bule um cogumelo é.
Suas flores, suas amigas
No seu coração um amor de doer...
Cansada de partidas
Bebe o chá para esquecer.

Leve e delicada...
Uma fada apaixonada.
Rega as flores todo dia
Para afastar a melancolia...
Espera um amor de verdade
Que voe com ela
E mate a saudade.

E numa tarde ensolarada
Do meio do nada
Surge um moreno de barba cerrada.
Lhe fita nos olhos
Lhe rouba um beijo
E não diz mais nada.

Assim no crepúsculo do fim dessa tarde
De mãos dadas pelo ar
Eles somem nas nuvens
E se se deixam amar.
 
(Carolina Salcides)









Religião Celta




Encontramos na mitologia celta uma base forte na antiga deusa (mãe terra) e da religião de fertilidade (comum em todo o mundo antigo), se fundiu com a ênfase peculiar sobre o Outro e sua acessibilidade para a humanidade encontrou na religião druida. Mais do que qualquer outro povo, talvez, os celtas viver com um pé no mundo e um no outro. "(Celtic Mythology and Celtic Religion)
Visão geral Falando em amplo dos termos, a religião da pré-romana e pré-cristãos celtas tomou duas formas: a religião organizada e de religião e folclore. Ambos são temas tão grande e polêmico que não podem, eventualmente, ser completamente cobertos por mim aqui, mas aqui está uma visão geral, e alguns detalhes siga adiante nesta página web.
A vida religiosa organizada dos celtas foi controlado pelos druidas cujo trabalho se concentrou em questões religiosas. Minha fonte principal foi a Druids Beresford por Peter Ellis. Um equívoco popular é que "Druida" e "Celtic líder religioso" são sinônimos. No entanto: "Os druidas eram educados homens e mulheres que serviram muitas funções em sociedades celtas. Eles eram juízes, historiadores, educadores, poetas, astrônomos, geógrafos, curandeiros / médicos e líderes religiosos (sacerdotes e sacerdotisas). Eles parecem ter sido um fenómeno pan-celta, embora nós só temos a evidência direta deles na Irlanda, Grã-Bretanha e da Gália (França e Alemanha). Seus lugares de poder foram e Anglesey Tara, na Irlanda, Chartres na Gália. "... guardiães das tradições e da aprendizagem, (eles) glorificou a atividades de guerra, festas e equitação. Eles controlavam o calendário eo plantio de colheitas, e que presidiu a festas religiosas e os rituais que honravam as divindades locais." (História Gales Timeline)
Religião folk celta reflete tanto as crenças espirituais e práticas individuais dos diversos povos celtas e também de diversas crenças tribais e práticas. Para começar a compreender esse aspecto da religião celta, evitei a maioria dos livros e publicações diversas neopagan e incidiu sobre o Fairy Faith in Celtic Countries (WY Evans-Wentz) eo site Dalriada Celtic Heritage Trust. Essas fontes são compostas por coleções de crença e prática popular que sobreviveu até os séculos 19 e 20 nos países celtas. Aqui estão algumas jóias: Na Ilha de Man, tão tarde como o fim do século 19, gente tentou fazer o seu primeiro vislumbre do novo (moon) ser directo (isto é, não através do vidro). Quando viram a lua, eles jingled moedas nos bolsos e disse: "Eu vejo a lua, ea lua me vê." Hoje, nós tínhamos que chamar um feitiço dinheiro. Nas Highlands escocesas, uma forma de adivinhação era favorito por fogo-gazing. Na Escócia, o leão é conhecido como "o pouco entalhadas de Noiva". Cura Herbal foi feito por muitos, com base na sabedoria de ervas e com a ajuda das fadas. Bagas não devem ser recolhidas ou comido em "novembro Eve" (Samhain) em, porque, em novembro véspera de fadas e voar sobre os tornem impróprios para comer. Panos amarrados em arbustos de mais poços sagrados realizar petições às divindades, assim como os alfinetes, moedas, botões, pedras e esculturas expressos em nascentes, rios e lagos. Espíritos Little (diversamente chamado fadas, duendes, duendes, etc) vivem entre nós e pode ser útil ou impedimentos causar, dependendo de muitas coisas, incluindo a forma como interagimos com eles. Por exemplo, quando ordenhar uma vaca, um deve sempre derramar um pouco de leite para as fadas, ou eles vão tirar a vaca imediatamente ou transformar seu leite ruim. Deusas (e Deuses)
"... nas histórias de como os rios Liffey, Shannon, e Boyne tem seus nomes, as deusas são prejudicados, sendo punido por seu orgulho, arrogância, ou a utilização de magia. Traços das deusas são normalmente só se encontram em histórias descrevendo sua derrubada ou submetê-los ao ridículo. " (Maria Condren, A Serpente ea Deusa, p. 30) "Os Celtas não formam uma única unidade religiosa ou política. Eles eram organizados em tribos espalhadas por que é hoje em vários países. Como resultado, dos 374 divindades que foram encontradas, mais de 300 ocorrem somente uma vez no registro arqueológico; Acredita-se que a divindades locais. Há alguma evidência de que o seu principal panteão de deuses e deusas poderia ter totalizaram cerca de 3 dúzias - - talvez precisamente 33 (um número mágico que ocorrem com frequência na literatura celta). Alguns dos mais famosos são: Arawn , Brigid, Cernunnos, Cerridwen, Danu, Herne, Lugh, Rhiannon e Taranis. Muitas divindades eram adoradas em aspecto (trino triplo) do formulário. deusas tríplices foram muitas vezes irmãs ". (The Druids) Os Gauleses (Celtas da atual França e Alemanha) não antropomorfisar suas divindades. Deodoro, o historiador siciliano do século 1 aC, escreveu um líder Celtic, que riu quando viu estátuas de deuses gregos. (Tina Deegan) Listas de divindades abundam na Net e em livros. Eu não acredito que há uma necessidade de renomeá-los todos aqui. Patricia Monaghan é o novo livro das Deusas e Heroínas é uma excelente referência para deusas celtas, como é Cheryl Straffon Deusas da Terra. Lugares de Culto olivais o "entre" lugares linha de costa, entre a água ea terra (oceano, lago, rio, córrego) montanha e topos das colinas, entre a terra eo ar água viva (nascentes / poços sagrados, lagos, rios, pântanos) cavernas ilhas sagradas (Carnac, Ys, as Hébridas, as ilhas míticas, várias "ilhas de mulheres") monumentos (Stonehenge, Newgrange, etc) montes (sites rainha tribal enterro, etc) lugares sagrados (Emain Macha, Glastonbury, Tara, etc)
Templos
"Os primeiros celtas não construíram templos em que a adorar suas divindades, mas realizou alguns olivais (Nemeton) de árvores a ser sagrado e digno de ser lugares de culto. Algumas árvores eram consideradas sagradas si. A importância das árvores na religião celta é demonstrado pelo fato de que o próprio nome da tribo Eburonian contém uma referência para o teixo, e que nomes como Mac Cuilinn (filho de Holly) e Mac Ibar (filho de yew) aparecem nos mitos irlandeses. Somente no período romano influência que os celtas começam a construir templos, um costume que se viria a passar para as tribos germânicas que deslocou-los. " (Celtic Mythology) "Tem sido dito que os Círculos druida não pode, em rigor, ser chamado de templos, para os druidas ensinavam que existiam apenas duas habitações da Divindade - a alma, o invisível - o universo, o visível. Templo A palavra ',' no seu sentido primitivo, é simplesmente um lugar cortado, fechado, dedicado ao uso sagrado, se um círculo de pedras, um campo ou um prédio. Na linguagem antiga British um templo ou santuário foi chamado de "caer", um cercado sagrado recinto. Os círculos de pedra ou Caers da Grã-Bretanha foram, portanto, essencialmente, templos e realizar tão sagrado pelos povos que o comportamento reverente nas suas imediações, era universal ". (Druids: Truth About # 2) É provavelmente verdade que os celtas, tal como definido pela maioria dos teóricos (pessoas que partilham uma língua comum e costumes, que data de cerca de 1500 aC a 50 aC) não construir templos. No entanto, se você considerar que os celtas eram um híbrido de invadir guerreiros indo-europeus e nativos, os europeus matrifocal, então você tem que considerar que estes antepassados europeus Celtic realmente construir templos. Veja esta notícia, por exemplo.
 
Full Moon Rising, cortesia de Jon O'Sullivan Tempos de Culto "Muito mais parece ser conhecido sobre a quatro festivais de fogo (que ainda são celebrados em muitas maneiras tradicionais) do que os quatro festivais solares. Eram os festivais solares, principalmente druidic vezes sagrado em que estabelecem a participação foi mínima (parece que alguns dos neo-druidas ter tido essa visão e fazer um pouco mais dessas datas que os celtas irlandeses e fazer)? Ou será que as celebrações solar pré-druidismo data, pertencentes aos construtores de Stonehenge, e caindo lentamente em desuso? Esta parece ser uma possibilidade, desde o calendário lunar celta é baseado, ao invés de solar ". (Celtic Celtic Mythology and Religion) Segundo a British bruxas tradicionais, os festivais de fogo (cross-dia trimestre) foram feriados originalmente lunar datado por lua-de astronomia do sol: Samhain: lua escura e sol em Escorpião Imbolc: lua escura e sol em Aquário Beltane: lua cheia em Escorpião, Sol em Touro Lammas: Lua cheia em Aquário, o sol em Leão De acordo com Janet e Stewart Farrar (The Witches Bible Compleat), os celtas observados os dias solares (solstícios e os equinócios), mas eles não estavam celebração / sagrado dia santo. O calendário celta, como dito acima, é uma base lunar do calendário. Para os celtas, o tempo começa na escuridão. Assim, o ano e começar o dia, tanto no tempo escuro antes (o novo ano solar e / ou o novo amanhecer). Crenças "Para os antigos, os Céus apareceu a cabeça roda, girando sobre um eixo que aponta para as estrelas do pólo norte. Na coroa do eixo, um círculo de estrelas giravam em torno de um ponto fixo, o Pólo Celeste, que se acreditava ser a localização dos Céus. Na base do eixo foi o centro, o altar circular do templo da deusa ". O universo de estrelas girando sobre este eixo formado um caminho em espiral, ou escada, em que a alma subiu ao céu". (A 7 Celtic Nations) O Outro é com a gente, a porta de entrada para que se situa dentro. A Fada-Fé: "Até o Celtic Fairy-Faith queremos dizer que forma especializada de crença em um mundo espiritual habitado por seres espirituais que tem existido desde tempos pré-históricos até agora na Irlanda, Escócia e Ilha de Man, País de Gales, Cornualha, Bretanha, ou outras partes do antigo império dos celtas. Ao estudar essa crença, estamos preocupados diretamente com a vida folk celta, tradições, e com folk celta passado tradições como registrado na literatura. E se as fadas realmente existem como seres invisíveis ou inteligências, e as nossas investigações nos levam à hipótese de tentativa de que eles fazem, é natural e não sobrenatural, pois nada que existe pode ser sobrenatural, e, por conseguinte, é nosso dever de examinar o Celtic Fairy Races assim como nós analisar qualquer fato no reino visível em que vivemos hoje, seja um fato da química, da física ou da biologia ". (Introdução, A Fé Faery) Imortalidade da alma - transmigração da alma - a reencarnação. Rituais as festas sazonais / rituais (originalmente a cruz quatro datas trimestre, que foram lunar / estelar celebrações); eventualmente, os solstícios e os equinócios celebração também se tornou vezes rituais de morte e culto aos ancestrais (antepassados eram divindades, as divindades eram ancestrais) Números (antigo, Dancers Timeless) rituais divinatórios rituais de magia rituais agrícolas e pastoris rituais de fogo ritos de passagem (nascimento, de nomeação / aceitação na comunidade, o casamento, a iniciação como um guerreiro, um rei, uma rainha, um druida, morte, etc) rituais de sacrifício prophecying rituais rituais de cura bênçãos e maldições rituais de protecção rituais de guerra / magic militar vários rituais religiosos, por exemplo, um ritual reroofing templo: "Desde o druidesses de uma das ilhas do canal francês sabemos de um ritual anual, em que unroofed seu templo inteiro e, em seguida, criar um novo teto em um dia. Se um dos druidesses deixar cair o que levava do telhado, assim é dito, ela seria feita em pedaços pelos outros. Na verdade, aparentemente, o druidesses tentou fazer uns aos outros (ou talvez também um dos que foi escolhido anteriormente) deixar cair pedaços do tecto. " (Celtic Religion) muitos outros, considere o seguinte: "Quando o escocês emigrou da Irlanda, que trouxeram consigo uma rica mistura de crença e tradição baseada no mito pagão celta eo cristianismo. Transparente nas ilhas e terras altas, excepcionalmente poderosa e supersticiosas, lendas e mitos da Escócia desenvolveu em que a tradição e uma forte a crença na 'segunda vista' e predominaram no mundo das fadas. Essa cosmovisão persistiu até o século 20 (e, estamos certos, a sua influência continua até hoje). " "O resultado foi uma cultura circunscrita por ritual - cada dia tiveram seus elementos rituais (como a agitar o pote, como levar as vacas, como para celebrar as festas e dias santos), concebido para garantir boa sorte e bênçãos e evitar a tragédia ". "A Escócia é rica em histórias e lendas de seafolk mágico (Selkies e sereias), Changeling lendas sobre fadas roubar ou possuir os corpos dos bebês, e os contos de mudança de forma bruxas, fantasmas e maldições familiares, para não mencionar seu famoso monstro do lago. " (Celtic Celtic Mythology and Religion)
Objetos sagrados e Símbolos
Triskele espirais árvores visco plantas caldeirões Pendentes (amuletos)

 

Posted by DJ BURP | às 12:11

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