MARVEL/DC

O quê que DC e Marvel têm (de diferente)

                                         Nos anos 1990, os heróis das duas editoras chegaram a se enfrentar e até a se mesclar em edições especiais

Os super-heróis têm voado para longe dos quadrinhos, ganhando cada vez mais destaque nos cinemas, graças à qualidade dos efeitos especiais e ao bom tratamento dos personagens dado pelos roteiristas.

Com o sucesso de filmes como Vingadores e X-Men, o público aguarda ansioso pela filmagem de Liga da Justiça. Mas, em geral, quem não acompanha os quadrinhos não consegue entender por que o Superman não pode estar nos Vingadoresou por que Tempestade e Mulher-Maravilha não são amigas. Ou seja, não compreendem que os personagens pertencem a duas editoras diferentes, grandes rivais nos EUA: Marvel Comics e DC Comics.

“Obviamente, alguns não entendem os mercados, [não entendem] que existem duas empresas grandes que estão disputando”, comenta Sávio Roz, historiador e pesquisador de história em quadrinhos, com vários artigos sobre as duas editoras norte-americanas.

Na hora da avaliação desses filmes, quem dá o veredito, especialmente entre os amigos, é o fã-leitor. “O cara que vai só se divertir [no cinema] entende quem é o Homem-Aranha, percebe que o fã se empolga com o filme e esse fã acaba virando um ‘farol’ para o resto da turma”, comenta.

Ao contrário de muitos leitores brasileiros que passam por Turma da Mônica e Disney, Roz foi um leitor que, na infância, pulou direto para os super-heróis, puxado pelo desenho clássico dos Superamigos, da década de 1980.

Ele só percebeu que havia dois "universos" diferentes quando foram publicadas as maxissagas marcantes de DC e Marvel nos anos 1980: Crise nas Infinitas Terras e Guerras Secretas. Até então, o máximo que ele notava de diferente era que havia grupos como X-Men e Liga da Justiça. "Essas duas minisséries foram importantes pra eu ter consciência de que havia duas editoras", conta.

Algumas diferenças entre Marvel e DC são bem básicas, como a designação dos heróis. Na Marvel, por exemplo, os poderosos dos X-Men são chamados de mutantes. Na DC, a designação para os super-heróis, em geral, é “meta-humano”.

A origem dos poderes, no entanto, varia muito de personagem para personagem em ambas as editoras. “Tanto na DC quanto na Marvel existem heróis e vilões com poderes de origem mística, alienígena, mutante”, afirma Bernando Santana, editor sênior da DC Comics no Brasil.

“Na Marvel, os seres superpoderosos têm (e sempre tiveram) uma abordagem mais pé no chão, enquanto na DC, pelo menos no que diz respeito aos personagens mais icônicos, os heróis ainda têm uma natureza um pouco ‘divina’”, completa Santana.

Essa abordagem mais “próxima da realidade” também se reflete nos locais onde os personagens atuam. “A Marvel usa mais cidades reais – tradicionalmente Nova York – na maior parte das vezes. Já a DC tem cidades fictícias bastante consagradas, como Metrópolis, Gotham City, Central City, Coast City”.
As diferenças podem ser vistas também nas cidades em que as histórias se passam

À medida que se conhece um pouco mais dos personagens, as diferenças se aprofundam. Saiba um pouco mais como cada uma das duas editoras lida com algumas questões:
MarvelDC Comics
Multiverso Marvel
Versões alternativas inventadas pelos roteiristas deram origem a mundos paralelos. Heróis com cara de porco habitam o Larval Earth – Terra 8311. Personagens com suas histórias recomeçadas do zero, com novas origens, vivem na Terra 1610, do Universo Ultimate.
Uma superequipe que explorou bem vários universos paralelos (não necessariamente com nomes), cruzando dimensões, foram os britânicos do Excalibur, durante as décadas de 1980 e 1990. 
Multiverso DC
Alguns dos maiores heróis da editora, como o Superman e o Batman, existem desde a década de 30. Para que eles não envelhecessem com o tempo, os personagens originais (incluindo o primeiro Lanterna Verde, Alan Scott, que usava uma longa capa, e o primeiro Flash, que usava um chapéu com asinhas) foram jogados na Terra Paralela, em um universo diferente do nosso. Desde então, surgiram muitas outras Terras:Terra X; Terra 3, Terra S, etc. Nos anos 1980, a odisseia Crise nas Infinitas Terras tentou botar ordem na bagunça, acabando com várias delas. Não teve jeito: nas décadas seguintes, pontas soltas e criações de roteiristas deram origem a mais dimensões, e novas odisseias tentaram reorganizar tudo, sem sucesso.
Alienígenas Marvel
Os E.T.s não são tão presentes na Marvel quanto na DC. Mas, entre os que se destacam, estão os heróis Capitão Marvel e Surfista Prateado e os vilões Thanos e Galactus. O “uniforme preto” do Homem-Aranha era, na verdade, um alienígena que ele encontrou em um planeta criado pelo vilão Beyonder, em Guerras Secretas. Os aliens do império intergaláctico Shiar também tiveram importante papel nas histórias dos X-Men. Os Skrulls são uma raça de metamorfos que invadiu a Terra, causando muitos problemas aos heróis.
Alienígenas DC
O principal personagem da editora é um dos alienígenas mais famosos do mundo: o kryptoniano Superman. Além dele, há sua prima, a Supergirl. Há também o marciano Ajax, o thanagariano Gavião Negro e o czarniano Lobo. As Tropas de Lanternas Verde, Vermelha, Azul e Amarela são quase totalmente extraterrestres. “Como dá pra ver, a DC explora um pouco mais esse aspecto” afirma Santana.
Locais imaginários Marvel
A editora costuma usar cidades do mundo real, como Nova York (onde vivem X-Men e Homem-Aranha), mas alguns locais saíram da cabeça dos editores. Nas histórias dos X-Men, a Ilha Muir é um centro de pesquisas e Genosha, um país escravizador de mutantes. Doutor Destino é o ditador do país europeu Latvéria, enquanto Namor é o senhor de Atlântis, no Atlântico Norte. Wakanda é um reino do leste africano e Terra Selvagem é um pedaço da Antártica onde os dinossauros sobreviveram.
Locais imaginários DC
Metrópolis e Gotham City são os locais fictícios mais conhecidos da DC, lar de Superman e Batman, respectivamente. Ambas começaram como uma referência direta a Nova York, mas logo se concretizaram nas duas cidades que conhecemos hoje.
Personagens gays Marvel
Desde que o tema de gênero passou a fazer parte dos quadrinhos, uma editora quis sair à frente da outra com a retirada de personagens do armário. Apesar de Estrela Polar ter se casado apenas neste ano, ele já foi pensado como um homossexual desde sua criação, na década de 1970. Entram na lista Colossus, do universo Ultimate, cowboy Billy Blue, Arco-Íris e os namorados adolescentes Wiccano e Hulking.
Personagens gays DC
Após o anúncio do casamento de Estrela Polar, a DC avisou que um de seus principais personagens também era homossexual. Boatos rolaram sobre Batman, mas quem acabou sendo tirado do armário, este ano, foi o primeiro Lanterna Verde, o da década de 1930, que vive na Terra Paralela (como mencionado no  item “Multiverso DC”).O sombrio John Constantine assumiu sua bissexualidade em Hellblazer nº 51. A Batwoman namora a policial Renée Montoya. A ex-capitã da polícia de Metrópolis, Maggie Sawyer, também é lésbica.
Mitologia Marvel
Ambas apelam para heróis de outras eras ou mesmo para deuses. Na Marvel, os principais são Thor e todo o panteão de Åsgard. “A Marvel tem uma tradição na literatura inglesa, do Romantismo do século XIX”, explica Roz. “Ela tem uma tradição de explorar mais os aspectos humanos de seus heróis, mesmo eles sendo capazes de levantar um prédio com uma mão”, completa Santana.
Mitologia DC
A principal heroína da editora foi criada do barro pelos deuses do Olimpo: a Mulher-Maravilha é uma princesa amazona que vivia em uma ilha chamada Themyscira. Para Roz, a tradição grega também se confirma na essência dos personagens da DC. “Eles são intocáveis, são o suprassumo da moral e da ética”, comenta, traçando o paralelo com os deuses helênicos.
Um dos motivos que contribui para a confusão entre as duas editoras no Brasil é o fato de terem sido publicadas pela mesma empresa por muito tempo: pela Abril nos anos 1980/90 e, atualmente, pela Panini. Mas, para Roz, isso também é bom para os fãs, que só ganham com a rivalidade lá fora que não se repete aqui dentro. “A ‘publicadora’ no Brasil, vamos chamar assim, lança mais material conforme a aceitação do público. Tentam manter um equilíbrio”, analisa.

De um jeito ou de outro, tanto Marvel quanto DC impõem, soberanas, seus personagens e são referência mundial em super-heróis, superando outras editoras. “Estamos falando de duas empresas que sabem muito bem como funciona o mercado, que sabem mobilizar o artista certo, sabem descobrir que autor conquista melhor o público, etc.”, completa Roz.
“Tanto na DC quanto na Marvel existem heróis e vilões com poderes de origem mística, alienígena, mutante”

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IMPORTÂNCIA DOS INSETOS

Insetos benéficos e sua importância para o homem e meio ambiente

Quando o homem surgiu na face da terra, os insetos já habitavam a terra há milhões de anos. Muitos destes insetos causam prejuízos ao homem e animais, sejam através dos danos às plantações, ou através da transmissão de doenças. Apesar destes insetos prejudiciais terem mais atenção, a maioria das espécies são benéficas para o homem e meio ambiente.
Muitos insetos, tais como as abelhas, vespas e borboletas, ajudam na polinização das plantas; a polinização é uma espécie de simbiose que dá às planta a capacidade de se reproduzirem com mais eficiência, enquanto que os polinizadores ficam com o néctar e pólen. Alguns insetos também produzem substâncias úteis para o homem, como o mel, a cera, a laca e a seda. As abelhas e os bichos-da-seda têm sido criados pelo homem há milhares de anos e pode dizer-se que a seda afetou a história da humanidade, através do estabelecimento de relações entre a China e o resto do mundo. Em alguns lugares do mundo, os insetos são usados na alimentação humana, enquanto que noutros são considerados tabu.       
   Muitos insetos são detritívoros, alimentando-se de animais e plantas mortas, contribuindo assim para remineralização dos produtos orgânicos. Embora a maior parte das pessoas não saiba, provavelmente a maior utilidade dos insetos é que muitos deles são insetívoro, ou seja, alimentam-se de outros insetos, ajudando a manter o seu equilíbrio na natureza. Para qualquer espécie de inseto-praga existe uma espécie de vespa ou parasitóide ou predadora dela.
Em função da importância dos insetos benéficos para o homem e meio ambiente, o uso de inseticidas tem o efeito contrário ao desejado, uma vez que matam, não só os insetos-pragas, mas também os seus inimigos e os demais insetos que são benéficos para o homem.

Manejo de insetos-pragas com auxílio dos inimigos naturais
Os inimigos naturais são insetos, fungos, bactérias, vírus, nematóides,répteis, aves e mamíferos pequenos. Os animais que comem insetos na forma larval e adulta não são poucos.Todas as pragas das culturas têm seus inimigos naturais que as devoram ou destroem. Comer e ser comido, este é o sistema da natureza. Se uma espécie aumentar num ecossistema natural, seu "inimigo natural" igualmente aumentará, por causa das condições nutricionais favoráveis. Mas se exterminarem esta espécie, aquele também desaparecerá, por não encontrar mais comida em fartura. Daí a importância de diversificar os cultivos (rotação, sucessão e consorciação de culturas) e preservar refúgios naturais como matas, cercas vivas e capoeiras para manter a diversidade natural da fauna (ácaros predadores, aranhas, insetos, anfíbios, répteis, aves e mamíferos). Todos fazem parte do grande conjunto natural e cada um contribui para manutenção do equilíbrio na natureza. Entre as espécies de plantas que servem de refúgio aos inimigos naturais, destacam-se: o menstrato (Ageratum conyzoides), a beldroega (Portulaca oleracea), o caruru (Amaranthus viridis), o nabo forrageiro (Raphanus raphanistrum) e o sorgo granífero(Sorghum bicolor). No caso do sorgo, suas panículas em flor favorecem o abrigo e a reprodução de insetos como percevejo (Orius insidiosus), que é predador de lagartas, ácaros e tripes da cebola. Há, no entanto, plantas que são desfavoráveis à preservação e ao aumento de inimigos naturais das pragas, como mamona, capim, grama-seda, capim-amargoso, guanxuma, tiririca, picão-branco e carrapicho-carneiro. Entre os insetos, os inimigos naturais mais conhecidos são as joaninhas (Figura 1) e as vespinhas que parasitam especialmente pulgões (Figura 2), cochonilhas e lagartas.
Figura 1. Joaninha, um dos mais conhecidos predadores de pulgões
 Figura 2. Ataque intenso de pulgões em folha de couve

A importância das abelhas e outros insetos na polinização
    As abelhas podem ser indicadores biológicos do equilíbrio ambiental, muito útil no esforço da conservação, da biodiversidade e na exploração sustentável do meio ambiente. É na polinização das flores que as abelhas (Figura 3) mais contribuem, dando origem aos frutos de inúmeras espécies e chegando a aumentar a produtividade de plantas cultivadas em até 500%.
As flores são os órgãos reprodutivos das plantas, cujo objetivo é desenvolver as sementes que darão início a uma nova geração de plantas. Quando os óvulos presentes nas flores são fecundados, ou seja, quando a eles se unem as células masculinas, substâncias químicas são liberadas para estimular o crescimento do fruto e das sementes. Como a polinização é uma etapa anterior à fecundação, sem a primeira não há a possibilidade da segunda e, nem tampouco, do desenvolvimento de frutos e sementes. A polinização é, portanto, um momento crítico na reprodução sexual das plantas.
Mas afinal, o que é a polinização? a polinização nada mais é que a transferência do pólen da estrutura reprodutiva masculina de uma flor (estame), para a estrutura reprodutiva feminina (o pistilo) da mesma flor ou de outras flores. A transferência do pólen da antera para o estigma poderá ocorrer pela ação da gravidade, do vento, da água ou de animais. Os animais que realizam essa transferência são conhecidos como polinizadores e podem ser insetos (abelhas, besouros, moscas, borboletas, vespas e mariposas), aves (beija-flores e periquitos) e, mamíferos de pequeno porte (morcegos e roedores). Dentre esses animais, as abelhas merecem destaque como polinizadoras porque como dependem das plantas para a alimentação tanto de seus adultos quanto das crias, elas visitam constantemente as flores; elas possuem pilosidade por todo o corpo, o que facilita a aderência e o transporte de grãos de pólen; e apresentam uma enorme diversidade de espécies.
 Figura 3. Abelha visitando uma flor

A polinização ainda pode ser de dois tipos: autopolinização e polinização cruzada. A autopolinização ocorre quando uma flor recebe o seu próprio pólen ou o pólen de outras flores da mesma planta. Já a polinização cruzada irá ocorrer quando os grãos de pólen vierem de flores de outras plantas da mesma espécie. Flores de espécies diferentes não aceitam o pólen uma da outra, isto é, o pólen de uma espécie qualquer não consegue fecundar o óvulo de uma outra espécie. Mas certas plantas também não aceitam o seu próprio pólen (autoincompatibilidade) ou apresentam mecanismos que dificultam a ocorrência da autopolinização. Plantas que impedem a autopolinização são totalmente dependentes dos polinizadores para produzirem seus frutos, ou seja, sem polinizador não há sementes nem frutos. Isso ocorre no maracujá, no pepino e no mamoeiro, por exemplo. Já as plantas que dificultam a ocorrência desse tipo de polinização são beneficiadas com a visita de seus polinizadores, como a soja, a laranjeira, a tangerina, o feijão, o café, o melão e o morangueiro. Esse benefício, geralmente, se traduz em um maior vigor e maior número de sementes, e em maior tamanho e peso dos frutos. As abelhas cujo manejo para a polinização é comum em boa parte do mundo são: as abelhas de mel (Apis mellifera) nas mais diversas culturas; as mamangavas (especialmente Bombus terrestris) manejadas, de modo particular, no cultivo de solanáceas, e, em especial, em plantações de tomate; as abelhas carpinteiras (Xylocopa sp), no maracujá; diversas espécies do gênero Osmia, em plantações de maçã e outras frutíferas. 

As mudanças que o homem têm imposto ao seu ambiente vem reduzindo a abundância de abelhas silvestres, colocando em risco a produção de alimentos e a preservação de muitos ambientes naturais e das espécies que neles habitam. É urgente que se reconheça as abelhas e outros animais polinizadores como essenciais para a sustentabilidade da produção mundial de alimentos. 
Segundo pesquisadores, a produção de 2/3 da alimentação humana depende, direta ou indiretamente da polinização por insetos e, de acordo com estimativas feitas em 1998, pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), há no mundo uma perda de U$54 bilhões devido a deficiência na polinização das plantas cultivadas. 

A importância das abelhas na produção do mel
Além de realizarem um serviço fantástico para o homem e a natureza polinizando as flores, as abelhas ainda produzem o mel, que é um bactericida natural que rejuvenesce as células e prolonga a vida humana. O mel tem múltiplas aplicações e, além disso, é um ótimo alimento e, bem digerido facilita a digestão, é bom fortificante para pessoas de qualquer idade e, é rico em proteínas. As propriedades medicinais do mel apresentadas a seguir constituem apenas referências e não recomendações de utilização. A automedicação constitui-se numa prática comum, mas não recomendável. Algumas propriedades curativas do mel (Fonte: Bruning (1986):
• Garganta infeccionada: fazer gargarejo de água com mel;
• Tosse: pode ser controlada com chá feito com limão cortado com casca e tudo, dois dentes de alho
e bastante mel (toma-se quente);
• Febre: mesma receita da tosse ou misturar mel, limão e água (pode-se tomar frio);
.• Queimaduras e feridas: colocar mel em cima. O mel é excelente bactericida;
• Esgotamento: o mel dá muita energia. Tomar algumas colheradas por dia, puro ou com água;
• Prisão de ventre: o mel é suave laxante. Dissolver uma colher de mel em um copo de água e tomar;
• Memória fraca: o mel fortifica o cérebro, por isso deve-se comer mel freqüentemente;
• Úlcera: o mel é um bom cicatrizante. Tomar diversas vezes ao dia,dissolvido em água;
• Infecções: o mel é comprovadamente bactericida (mata germes e bactérias);
• Nervosismo: o mel é um suave calmante.Comer ou tomar com água antes de deitar;
• Problemas cardíacos: o mel fortifica o coração;
• Furúnculos: misturar farinha de trigo com mel e aplicar em cima do furúnculo;
• Insônia: para combatê-la, tomar mel com água ao deitar;
• Anemia: o mel é rico em ferro. Comer ou tomar com água;
• Raquitismo infantil: não deixe faltar mel para as crianças, adoçando as mamadeiras com mel;
• Cãibras: comer mel todos os dias torna os músculos fortes e resistentes;
• Criança que molha a cama (enurese): pequena colher de mel antes de deitar;
• Falta de apetite: comer mel puro ou tomar com água habitualmente;
• Cansaço: o mel acaba com o cansaço. Comer e tomar com água habitualmente;
• Sinusite e nariz entupido: comer mel puro ou tomar com água habitualmente;
• Gripe: o mel combate poderosamente a gripe. Fazer um chá com mel,limão e alho;
• Eczemas: aplicar mel em cima;
• Longa vida: o mel rejuvenesce, por isso faz a pessoa alcançar longa vida;
• Ressaca de bebida alcoólica: comer bastante mel. O efeito da embriaguez logo passa.

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CÂNCER EM ANIMAIS



O câncer é um termo que engloba várias doenças proliferativas, e ocorre quando uma célula normal do organismo sofre uma mutação do seu material genético perdendo o controle de proliferação e crescimento. A célula mutada passa a proliferar sem controle. Qualquer célula pode passar por esse processo, e por isso encontramos tumores em todo o organismo. Existem mais de 100 diferentes tipos de câncer que podem acometer os cães e gatos.
Alguns tumores além do crescimento local podem migrar para outros órgãos, formando as metástases.
O câncer acomete com maior frequência animais idosos, e é uma das causas mais comum de óbito em cães com mais de 10 anos de idade. O sinal mais comum que os proprietários podem perceber nos animais é o aparecimento de massa nos tecidos ou aumento dos linfonodos. Algumas vezes, os animais apresentam perda de apetite e apatia.
Os tumores que se desenvolvem no tórax e abdomem podem não serem percebidos com facilidade pelo propríetário, mas os cães e gatos podem apresentar alterações inespecíficas como: cansaço fácil, dificuldade respiratória, emagrecimento ou dor.

Alguns tumores podem ter o comportamento mais agressivo e levar a uma grande alteração de todo o metabolismo do paciente, além de alterações como anemia, sangramento espontâneo, febre, alteração do nível de açucar sanguineo, entre outras
Qual a causa de câncer em cães e gatos? O câncer é causado por vários fatores, como por exemplo, componentes genéticos, exposição à carcinógenos (sol, produtos químicos), envolvimento com vírus e outros fatores desconhecidos. As causas de câncer nos animais são as mesmas dos humanos.
Tipos de Câncer Sarcomas: são tumores originados de tecido que faz a conexão, suporte ou envolve outros tecidos e órgãos tais como músculo, osso, gordura e tecido fibroso. Carcinomas: tumores originados de tecido que recobrem a superfície do corpo e a cavidade de órgãos Linfoma: tumores originados de células chamadas de linfócitos que compões o sistema imunológico. Leucemias: tumor que ocorre nas células do sangue e da medula óssea. Câncer de pele: tumores originados das células da pele, sendo o mais comum o mastocitoma. Tumores cerebrais: tumores originados das células do cérebro.
Termos usado na medicina do câncer - tumor: aumento de volume, não significa ou representa o câncer; - tumor benigno: esses tumores não espalham ou invadem outros órgão e tecidos. Porém, esses tumores podem comprimir os tecidos causam sérios problemas. A cirurgia nesses casos é curativa. - tumores malignos: geralmente tem crescimento rápido e irregular, esses tumores podem invadir outros tecidos adjacentes e se espalhar para outros órgãos, especialmente para os pulmões e fígado. Novos tumores podem crescer em outras partes do corpo. - metástase: é o processo pelo qual os tumores espalham para outras regiões, os tumores que se espalham, são chamados de metastáticos; - oncologia: trata-se do estudo dos tumores, incluindo o comportamento biológico e o tratamento; - remissão: indica uma diminuição do tamanho do tumor, a remissão pode ser total ou parcial.
Sintomas mais comuns nos animais com câncer

- Aumento de volume que persiste ou continua crescendo;
- Feridas que não cicatrizam
- Perda de peso
- Perda de apetite
- Sangramento em qualquer parte do corpo
- Odor desagradável
- Dificuldade de engolir ou comer
- Intolerância ao exercício
- Claudicação persistente
- Dificuldade de respirar, urinar ou defecar

Oncologia

Oncologia
A oncologia é uma especialidade médica que se dedica a estudar, prevenir, diagnosticar e tratar o câncer. Na medicina veterinária, esta especialidade apresenta grande importância, uma vez que, assim como na medicina humana, a incidência de câncer em cães e gatos está crescendo. Um dos possíveis motivos do aumento do número de casos em animais é sua maior expectativa de vida.
Os cães representam a espécie animal mais acometida por tumores, seguida dos seres humanos e dos gatos. Estima-se que um em cada três cães desenvolverá alguma forma de câncer no decorrer de sua vida. A incidência dos cânceres aumenta em animais na idade mais avançada, entretanto animais jovens também podem desenvolver a doença. 
Medidas de prevenção do câncer são reconhecidas nos animais, incluindo a castração precoce das fêmeas para prevenção do câncer de mama, alimentação saudável, controle do peso (prevenção da obesidade), prática de exercícios físicos e evitar exposição a fumaça de cigarro (animais de proprietário fumante).

Diagnóstico:

O diagnóstico do câncer pode ser estabelecido na ocasião das visitas preventivas no veterinário ou na vigência de sintomas associados ao câncer. Procure seu veterinário frente a sintomas ou sinais associados ao câncer.
Os sinais clínicos associados ao câncer em animais podem ser:
  • 1.Nódulos de persistem ou continuam a crescer.
  • 2.Feridas que não cicatrizam.
  • 3.Perda de peso.
  • 4.Perda do apetite.
  • 5.Sangramento ou secreções por qualquer abertura corpórea.
  • 6.Odor ou cheiro anormal.
  • 7.Dificuldade em comer ou deglutir.
  • 8.Perda de atividade ou intolerância ao exercício.
  • 9.Claudicação persistente (mancar repetidamente).
  • 10.Dificuldade para respirar, urinar ou defecar.
O veterinário fará a investigação diagnóstica geral e frente a evidências sugestivas de câncer solicitará exames para determinar a condição geral do animal. Dentre os exames comumente solicitados estão: hemograma, exames bioquímicos do sangue, análise da urina, radiografias e ultrassonografias. A biopsia aspirativa com agulha fina é um exame muito solicitado para coletar e analisar as células de lesões suspeitas (citologia). Vale ressaltar que, assim como nos seres humanos, o diagnóstico precoce é de suma importância para o sucesso do tratamento do câncer em animais.
A
Colheita de sangue
B
Biopsia aspirativa com agulha fina
C
Radiografia para pesquisa de metástases
D
Ultrassom demonstrando tumor em bexiga
O médico veterinário oncologista é o profissional que se dedica ao estudo do câncer em animais. Este é capaz estabelecer o diagnóstico definitivo do câncer, descartar a presença de tumores não cancerígenos e conduzir a pesquisa de novos focos da doença (metástases), etapa diagnóstica chamada de estadiamento clínico. Com base nestes dados, será estabelecido o prognóstico, ou seja, a determinação da possibilidade de cura ou a expectativa de sobrevida de acordo com as várias formas de tratamento disponíveis para o câncer em questão.

Tratamento:

O tratamento do câncer é muito específico e normalmente inclui a utilização de cirurgia, quimioterapia, radioterapia e outras modalidades de tratamento complementar (como o tratamento da dor, por exemplo). As cirurgias são algumas vezes utilizadas para coletar fragmentos de tumores para seu diagnóstico ou para extirpação completa do tumor. Os procedimentos cirúrgicos podem variar amplamente em relação a sua complexidade, desde a remoção de pequenos nódulos de pele até os grandes tumores que comprometem órgãos internos. O sucesso da cirurgia oncológica depende de técnicas e conhecimentos específicos como, por exemplo, a retirada completa do tumor retirando-se uma ampla margem de tecido "saudável" ao redor do mesmo para garantir a obtenção de margens cirúrgicas "limpas".
A quimioterapia é um tratamento primário (principal) ou complementar (após cirurgia) muito utilizado para tratar câncer em animais. Apesar do grande preconceito associado à quimioterapia, experimentada por muitas pessoas e famílias de pessoas com câncer, na medicina veterinária a tolerância dos animais a quimioterapia é muito melhor. Através da aplicação de doses bem toleradas e com efeitos benéficos comprovados nos diversos tipos de cânceres, a quimioterapia na oncologia veterinária causa colateralidades mínimas na maioria dos animais tratados.
Algumas formas de cânceres, como os linfomas, são tratadas única e exclusivamente com quimioterapia. Outras formas de cânceres como, os "sólidos" (com possibilidade de desenvolver metástases), são tratadas com a quimioterapia após sua extirpação cirúrgica para prevenir o aparecimento de novos focos da doença e aumentar a expectativa de vida. Algumas vezes a quimioterapia é utilizada em animais com cânceres em estágio avançado de maneira paliativa.
E
Tratamento do câncer por cirurgia
F
Manipulação de quimioterapia anticancerígena
G
Infraestrutura para aplicação de quimioterapia
H
Bomba para infusão controlada de quimioterápicos

Objetivos:

O principal objetivo da oncologia veterinária é a manutenção do bem-estar e o aumento da qualidade de vida. A cura é vista como uma possibilidade em muitos animais. Tratamentos mais intensivos podem ser aplicados nestes casos ou naqueles em que controle da doença em longo prazo pode ser alcançado. Assim sendo, sempre se deve avaliar individualmente o tratamento de cada animal, especialmente naqueles animais onde a cura é improvável, mas quando tratamentos paliativos podem garantir a manutenção do bem-estar e qualidade de vida.

As plantas também podem ter câncer?





























Podemos dizer que as plantas tem câncer sim. Na verdade, chamamos de “galhas” os tumores que os vegetais desenvolvem. São estruturas que se originam na planta aumentando ou diminuindo o número de células no órgão ou tecido atacado. Os organismos que provocam o surgimento da galha podem ser vírus, bactérias, fungos, liquens, ácaros ou insetos. A doença não leva a planta à morte, mas pode prejudicá-la de diversas maneiras.
Um dos tipos mais comuns de galha é induzido pela bactéria ‘Agrobacterium tumefaciens‘, que vive no solo e normalmente ataca plantas comuns em nossa alimentação, como o tomate, o feijão e a batata. A bactéria entra em contato com a planta através de lesões entre a raiz e o caule induzindo as células a aumentarem a produção de hormônios que estimulem a proliferação celular (hiperplasia). É esse desequilíbrio hormonal que faz com que as células se multipliquem desordenadamente, dando origem a tumores em diferentes partes da planta.
As galhas causadas por insetos também são bem comuns em diversas plantas. Aposto que você já viu uma folha de uma planta qualquer com formações como verrugas, que são como câmaras larvais. Geralmente, os insetos galhadores atacam as plantas para postura dos ovos. As fêmeas colocam seus ovos na planta e esta indução provoca modificações estruturais com a formação de tecidos nutritivos para as larvas que surgirão após a eclosão dos ovos. É a atividade metabólica das células do vegetal que permite a nutrição do inseto parasita. Depois de se alimentar dos tecidos formados por indução, as larvas se tornam adultos e saem da câmara deixando apenas a galha que normalmente não regride. No geral, o inseto possui um a especificidade de hospedeiro, ou seja, uma determinada espécie de inseto só atacará uma determinada espécie de vegetal.
Olha aí a larva do inseto dentro da galha..





























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OBJETOS MITOLÓGICOS

As 7 Espadas Mais Poderosas da Mitologia

Grande parte dos meninos – e uma parte das meninas também – um dia já segurou firme um pedaço de madeira como se fosse uma poderosa espada reluzente, e saiu correndo e gritando atrás de monstros imaginários terríveis, em jornadas de aventuras onde as poucas horas de uma tarde pareciam durar uma deliciosa eternidade.
Personagem mítico universal, o herói empunha sua espada para salvar uma donzela ou pessoas inocentes das ameaças de vilões perversos e criaturas horripilantes. Empunhada por Teseu liquidando o Minotauro, passando por São Jorge matando o dragão e chegando a Luke Skywalker enfrentando as forças imperiais, a espada é um dos arquétipos mais poderosos no imaginário de todas as idades.
Símbolo de força e liberdade, a espada é a arma que representa a honra militar, devendo incitar naquele que a carrega a busca justa e generosa da honra e da virtude. Os nomes dados às espadas na mitologia, na literatura e na história costumam refletir o seu elevado prestígio, bem como o poder e a riqueza de seu dono.
No curso de suas aventuras, os heróis mitológicos chegam a fazer uso de diversos objetos de ataque e defesa em suas batalhas contra as personificações do mal. Mesmo assim, a espada pode ser considerada como a principal arma do herói. Ela é mais que um mero prolongamento do seu braço, pois carrega seus valores e os projeta para combater a injustiça e proteger os inocentes.
Para o Gnosticismo, a espada corresponde à síntese dos valores anímicos, representado pela serpente ígnea dos mágicos poderes, uma autêntica espada espiritual empunhada pelo guerreiro da luz, e personificada neste texto através das 7 Espadas Mais Poderosas da Mitologia:
7. Tizona (Espanhola)

Tizona é o nome da espada carregada por El Cid em seu combate aos mouros na Espanha, de acordo com a epopeia espanhola O Cantar de Mio Cid. Seu nome pode ser traduzido como “tocha ardente” ou “ferro em brasa”.
De acordo com o poema épico, Tizona é uma espada que possui personalidade própria, e seu poder depende dos valores e da virtude daquele que a carrega. Da mesma forma, ela é capaz de aterrorizar os oponentes indignos e covardes.
Ela pertencia ao Rei Búcar de Marrocos, e El Cid a ganhou em Valência. Mais tarde, foi dada como presente por El Cid aos seus genros, os infantes de Carrión, mas voltaria às mãos de Díaz de Vivar, quem acabou dando Tizona de presente a seu sobrinho, Pedro Bermúdez.

Quando os infantes de Carrión tomam posse da Tizona, acabam subestimando seu poder devido à sua covardia. Já quando Pero Vermúdez vai à luta contra Ferrán González e retira a Tizona de sua bainha, seu oponente grita e se rende, devido ao terror que sente ao ver a poderosa espada de El Cid.
Há uma espada identificada como Tizona no Museu de Burgos, Espanha. Ela mede 103 cm de comprimento e pesa pouco mais de 1 kg. Ela foi forjada em Córdoba, e sua lâmina possui uma quantidade considerável de aço de Damasco. Nela, há duas inscrições. A primeira diz “Eu sou Tizona, feita no ano 1040″. A segunda diz “Ave Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco, um trecho da oração católica Ave Maria.
6. Durendal (Francesa)

Durendal é a espada do conde Rolando, recebida de Carlos Magno quando de sua investidura como cavaleiro, o que ocorreu aos dezessete anos de idade. Esta história está descrita em várias obras da chamada Matéria de França.
Seu nome vem do francês e significa “aquela que perdura”. Sua origem é incerta, e a Matéria de França contém várias indicações de que ela foi forjada por Wayland, um misterioso ferreiro de Berkshire, citado várias vezes como um fabricante de armas.
Na obra A Canção de Rolando, a espada é trazida à Carlos Magno por um anjo. Já o poema épido Orlando Furioso afirma que ela pertencia à Heitor de Troia.
Segundo as lendas contidas nestas obras, o cabo dourado da espada Durendal conteria um dente de São Pedro, sangue de São Basílio Magno, cabelo de São Denis e um pedaço dos trajes da Virgem Maria. Ela foi usada por Rolando para conter um poderoso exército muçulmano de centenas de milhares de soldados, de modo que o exército de Carlos Magno pudesse fugir para a França.
Uma vez, Rolando tentou destruir a espada para evitar que ela fosse capturada pelos Sarracenos e criou a famosa Fenda de Rolando nos Pirineus, uma abertura de 40 metros por 100 metros na rocha. Mas a espada se mostrou indestrutível, então ele a escondeu junto com o Olifante, uma corneta usada para alertar Carlos Magno.
5. Zulfiqar (Muçulmana)

Zulfiqar é a espada do líder islâmico Ali. Seu nome significa “bifurcada” ou “aquela que divide exatamente em duas partes”. Na batalha de Uhad, Ali estava lutando para salvar o profeta Maomé. Devido aos ataques contínuos e ao poder e à força de Ali, ele acabava quebrando todas as espadas que usava.
Então, o profeta Maomé orou: “Deus, tu que deste tanta força à Ali, agora dê à ele também uma espada”. Em seguida, apareceu o anjo Gabriel trazendo consigo a espada Zulfiqar e proclamando o seguinte: “O líder dos homens, o Leão de Deus, o Poder de Deus, não há homem mais corajoso no mundo do que Ali, não existe espada como Zulfiqar.”
A maior parte dos registros históricos afirma que Ali usou Zulfiqar na Batalha da Trincheira para cortar ao meio um de seus inimigos e seu escudo. O inimigo era Amr ibn Abdawud, cuja força era comparada à de mil homens. Ninguém tinha se atrevido até antão a lutar com ele. Ali o aniquilou com um único golpe, mesmo que Amr usasse uma armadura muito resistente e portasse armas poderosas.
A tradição popular xiita, Zulfiqar foi passada de imã para imã, e está agora em posse do 12º imã, conhecido como Mahdi, o redentor profetizado do Islã. Ele haverá de permanecer na Terra por sete, nove ou dezenove anos, de acordo com as diferentes interpretações, antes da chegada do dia final, o Dia da Ressurreição. Os muçulmanos acreditam que o Mahdi, juntamente com Jesus, livrará o mundo do erro, da injustiça e da tirania, e certamente usara Zulfiqar para isso.
4. Kusanagi (Japonesa)

Kusanagi é uma espada japonesa lendária, e um dos três Tesouros Imperiais do Japão. Seu nome original era Ama-no-Murakumo-no-Tsurugi, que significa “Espada do Céu de Nuvens Reunidas”, mas ele foi mudado mais tarde para um mais popular, Kusanagi-no-Tsurugi, que significa “Espada que Corta a Serpente”.
A história da espada Kusanagi é lendária. De acordo com a crônica Kojiki, o deus Susanoo encontrou Ashinazuchi, o pai de uma família que estava sendo assolada pela temível Yamata-no-Orochi, uma serpente de oito cabeças. O monstro já tinha devorado sete de suas oito filhas, e estava vindo buscar a oitava, chamada Kushinada-hime.
Susanoo elaborou um plano para derrotar a serpente, mas antes pediu Kushinada-hime em casamento, ao que ela aceitou. Então, ele a transformou em um pente, para que ela o acompanhasse durante a jornada. Antes disso, tinha preparado oito vasos de saquê, posicionados atrás de uma cerca com oito portões.
Ao se aproximar, a serpente acabou caindo na armadilha, e cada uma de suas cabeças ficou prrsa em um portão. Susanoo atacou, matou e decapitou as oito cabeças do monstro com a espada Worochi. Prosseguiu para os rabos, e quando chegou no quarto, descobriu uma espada dentro do corpo da serpente, a qual chamou Ame-no-Murakumo-no-Tsurugi, e a deu de presente à Deusa Amaterasu para acabar com uma antiga disputa.
3. Gram (Nórdica)

Na Mitologia Nórdica, a espada Gram é a arma que o herói Siegfried usou para matar o dragão Fafner. Seu nome significa “cólera”. Nas obra lírica de Richard Wagner composta por 4 óperas, intitulada O Anel do Nibelungo, a espada é conhecida como Notung.
Segundo as lendas, ela foi forjada pelo mestre ferreiro Wayland, o mesmo que teria forjado Durendal, a espada de Rolando, e originalmente pertencera a seu pai, Sigmund, que a recebeu no salão de Volsung após retirá-la de Barnstokk, o carvalho onde o próprio Odin a tinha colocado.
Nove príncipes, todos fortes e muito hábeis, tentaram em vão retirar a espada da árvore. Apenas o mais jovem dentre eles, Sigmund, foi capaz de fazê-lo. No entanto, mais tarde, depois de desobedecer uma ordem de Odin, a espada é destruída, voltando a ser forjada muito tempo depois por Siegfried, o filho de Sigmund.
Segundo a versão de Richard Wagner sobre a lenda, Siegfried foi criado pelo anão Mime, irmão do vilão Alberich, que desejava possuir para si o Ouro do Reno e o Anel do Nibelungo. Este tesouro estava agora nos domínios de Fafner, um gigante que fora convertido em dragão.
Siegfried era um homem que não conhecia o medo e possuía uma força descomunal. Mime esperou o momento certo e convenceu Siegfried a reforjar Notung e ir atrás do dragão e de seu tesouro. Depois de pronta, era tão poderosa que com ela era possível partir uma bigorna em dois pedaços. O herói procede como esperado, matando o dragão e tomando para si o Anel. Quando descobre a trama de Mime, Siegfried também o mata.
2. Claíomh Solais (Celta)

No ciclo mitológico da antiga literatura irlandesa, são mencionados as quatro jóias ou os quatro tesouros dos Tuatha Dé Danann. A Claíomh Solais é um destes quatro itens mágicos que os mitológicos Tuatha Dé Danann trouxeram consigo das quatro ilhas sagradas de Murias, Falias, Gorias e Findias, quando chegaram à Irlanda.
O livro Lebor Gabála Érenn narra que os Tuatha Dé Danann viviam nas ilhas ao norte do mundo, onde foram instruídos nas artes mágicas, antes de finalmente chegarem à Irlanda através das brumas. Já o texto Cath Maige Tuired considera que as quatro jóias também se referem às quatro cidades.
Em cada ilha vivia um sábio poeta, que dominava as ciências ocultas. Com eles, os Tuatha Dé Danann aprenderam o druidismo (druidecht), a sabedoria (fis), a profecia (fáitsine) e a magia (amainsecht). Quando chegaram à Irlanda, os Tuatha Dé Dannan trouxeram consigo quatro instrumentos mágicos: a pedra Lia Fáil, a lança Areadbhar, a espada Claíomh Solais e o caldeirão Undry.
O dono da espada era Nuada Airgetlám, o primeiro rei dos Tuatha Dé Dannan. Segundo algumas lendas, ninguém jamais foi capaz de escapar de Claíomh Solais uma vez que ela tinha sido desembainhada. Ninguém era capaz de resistir ao seu poder. Outras lendas nomeiam a espada como Nuadu’s Cainnel, que significa “tocha reluzente”.
1. Excalibur (Inglesa)

Excalibur é o nome da lendária espada do Rei Artur, e sobre a qual existem inúmeros mitos e lendas que descrevem suas diversas propriedades extraordinárias. Em gaélico seu nome é Caledfwlch, que deriva do gaélico antigo caladbolg, que significa “espada cintilante”.
De acordo com uma das versões da lenda, o mago Merlin recebe Excalibur da Senhora do Lago e a entrega a Uther Pendragon para que ele estabeleça uma aliança com o Duque da Cornualha. Mas Uther toma para si a mulher do Duque e tem com ela um filho, Artur, o qual vai parar nos braços de Merlin. O Duque e Uther são mortos, e Merlin crava a espada em uma pedra, proclamando que “aquele que retirar a espada da pedra será Rei”.
Anos mais tarde, uma competição de cavaleiros havia sido estabelecida para decidir quem tentaria retirar Excalibur. Artur é um simples valete de seu irmão de criação, Kay, e quando perde a sua espada, acaba retirando Excalibur para entregar ao irmão. Logo, Merlin aparece e declara Artur como o legítimo herdeiro de Uther.
Artur se casa com Guinevere, mas ela comete adultério com seu melhor cavaleiro, Lancelot. Ao descobrir os dois, Artur crava novamente a espada na pedra. Lancelot foge e Guinevere vai parar num convento. O reino de Camelot enfrenta a fome e a doença, e para redimir sua terra, Artur conclama uma busca pelo Santo Graal. Enquanto isso, Mordred, filho e inimigo de Artur, ganha força e se levanta para tomar o lugar de seu pai.
Em um convento, Guinevere devolve Excalibur à Artur, que parte para enfrentar Mordred com seus poucos cavaleiros. Em meio à batalha, Lancelot aparece para reverter a sorte e garantir a vitória ao seu amigo e Rei. Artur mata Mordred com Excalibur e se reconcilia com Lancelot. O fiel Perceval segue as ordens de Artur, e atira Excalibur num lago, onde a Senhora do Lago aparece e a toma de volta. Ao retornar ao Rei, Perceval vê que ele está morto, flutuando em um barco, em direção à Avalon.

Posted by DJ BURP | às 12:26 | 0 comentários