DESENHOS HOMEM-ARANHA


Spider-Man (1967)
A série teve 3 temporadas e um total de 52. Era um típico desenho animado da década, sem ligação entre os episódios, cheia de lição de moral com direito até a recadinho do Aranha no final de alguns episódios. Mas considerando que era pioneiro, ele teve ótima aceitação junto ao público graças a sua semelhança com os quadrinhos da época. Merece destaque também por seu tema de abertura que é famoso até hoje e até apareceu na sua 2ª versão cinematográfica (mendiga japa do violino).


Spidey Super Stories (1974)
Foi sua primeira versão live-action e considerada por alguns um pequeno erro, pequeno mesmo, pois seus episódios tinham apenas 5 minutos e eram num formato mais infantil, que um narrador contava curtas histórias do herói em uma mistura de atores e cenas de quadrinhos.

The Amazing Spider-Man (1977) & スパイダーマン Supaidāman (1978)
Convenhamos, Homem-Aranha é definitivamente uma série para nem se tentar fazer um live-action periódico que conseqüentemente teria um orçamento meio baixo. Acredito que são muitos efeitos, vilões muito estilizados e acrobacias que nem campeões conseguem, mas mesmo assim, a série de 77 fez um pouco de sucesso graças ao Peter Parker bonitão. Só um adendo: Supaidāman é uma versão não autorizada pela Marvel que a única semelhança com o original era a roupa, pois contava a história de um motoqueiro que ganhava os poderes e um megazord em forma de leopardo de um alienígena do Planeta Spider.
Spider-Man (1981) & Spider-Man and His Amazing Friends (1982)

Eram praticamente a mesma série, já que uma começava bem no final da anterior, juntas tinham 50 episódios. A primeira série tinha forte influência do desenho animado pioneiro, vários vilões tinham seus visuais bem parecidos, com alguma exceções que mostravam a evolução da tecnologia em 20 anos, como Doctor Octopus e Mysterio. Foi nesse desenho que começou a haver crossovers, incluindo alguns dos X-Men, Hulk, Capitão América, Red Skull e até o Drácula. No desenho seguinte havia as mesmas técnicas de animação, mesmas feições dos personagens, a diferença era o adicional de Flama e Homem de Gelo formando uma equipe com o Aranha, e é claro, um QG altamente tecnológico (sabe Deus como foi montado) secretamente escondido no apartamento que os 3 heróis dividiam.
Spider-Man: The Animated Series (1994)
É agora que o bicho pega! Essa foi a série que obteve maior índice de aceitação dentre o publico em comparação com suas anteriores. Graças a sua técnica de animação híbrida com cenários em computação gráfica, visual moderno dos personagem mas que ainda tinham influência das séries antigas e ao seu formado de episódios que eram divididos em capítulos de 6 a 10 episódios, mas com ligação firme entre um capitulo e outro. Teve ao todo 65 episódios que contavam várias histórias famosas presentes nos quadrinhos como Os Seis Guerreiros Americanos e Guerras Secretas.


Spider-Man Unlimited (1999)
Um dos pontos fracos considerados pelos fãs da série anterior, foi que seu final deixou um gancho muito grande, com o Homem-Aranha viajando entre as dimensões para achar Mary Jane. É aí que entra Homem-Aranha: Ação Sem Limites, que conta que depois de encontra-la, Peter se casou e continuou com sua vida de herói. Para a maioria foi um série bem fraca, já que contava com o herói viajando para outro planeta (Contra-Terra) para salvar o astronauta e filho de seu chefe no jornal John Jameson. Eu particularmente gostava de série, pois colocava o herói num ambiente totalmente novo, com versões bem interessantes de personagem da Terra (como um Dueve Verde parceiro) e com uma roupa extremamente maneira e tecnológica desenvolvida por Reed Richards. Mas como só eu gostava, a série teve apenas 13 episódios.

Spider-Man: The New Animated Series (2003)
Se foi em Spider-Man: The Animated Series que o bicho pegou, foi nessa série que o bicho morreu. Quando todo mundo achava não que podia piorar, lançam esse fiasco. A série era feita com a técnica cel shading pela saudosa Mainframe. Apesar de interessante, era uma animação que não combinava com os movimentos rápidos do personagem (e deixava Mary Jane com peitos estranhos), isso junto com o fato de poucos personagem importantes terem uma releitura, já que a estratégia era apresentar novos vilões fez a série ter apenas 13 episódios também. A única coisa bacana mesmo era sua abertura.
 
The Spectacular Spider-Man (2008)
Quando achavamos que não podia piorar ainda mais, a Marvel…se tira do buraco e lança essa spectacular série. Que conta a história desde o começo de Peter com 15 anos logo depois de adquirir seus poderes, freqüentando o colegial e desenvolvendo sua personalidade e estilo de luta tagarela que o faria tão famoso em todos o universo Marvel. A série tem até agora 26 episódios magníficos que contam a origem de cada um de seus famosos inimigos. Destaque nesse série para a versão nerd de Gwen Stacy, que se mostra amiga de Peter desde o começo e que lhe dá motivos de sobra para ser considerada seu verdadeiro amor (MJ sux). Não sabemos como irão tratar a [spoiler] morte de Gwen pelas mãos do Duende Verde [/spoiler] já que a série está em cima do muro graças a compra da Marvel pela Disney. Só nos resta torcer.
Homem-Aranha, os desenhos animados
Homem-aranha: A série animada (1990), Ação sem limites, A nova série animada (2003)
Antes que me crucifiquem, porém, explicarei por que penso assim. Depois de anos levando chumbo com suas adaptações para TV e cinema , a Marvel, pela primeira vez, acertou a mão com o sucesso do desenho dos X-Men. Essa bola dentro abriu caminho, então, para uma feliz adaptação cinematográfica dos heróis mutantes. Antes, no entanto, em 1992, a DC Comics havia brilhado com a melhor adaptação já feita das aventuras de um certo homem-morcego: Batman - The Animated Series. A iniciativa provou ser possível levar HQs para a telinha com qualidade, requinte e criatividade. E, acima de tudo, respeitando a fonte.
Aí, tornou-se questão de honra: a personagem mais famosa da Marvel tinha que figurar numa série à altura da concorrência. Além disso, era preciso calçar o terreno para a tão sonhada produção cinematográfica do aracnídeo.
E que melhor maneira de se alcançar este objetivo senão seguir o exemplo do sucesso X-Men&qt& A fórmula era simples. Pegam-se os gibis originais, adaptam-se as melhores histórias e assim matam-se dois coelhos (ou aranhas) com uma só cajadada. Conquista-se o respeito dos leitores antigos, graças à fidelidade ao original e cativa-se novo público que, de lambuja, pode assimilar décadas de cronologia sem ter uma indigestão. A estratégia soa perfeita não&qt& Bem, a coisa não saiu exatamente como o esperado...
ANTES DE DESCER O MALHO, OS ASPECTOS POSITIVOS
1. É certo dizer que uma série animada com cinco temporadas (65 episódios produzidos para o canal Fox, entre 1994 e 1998) não pode ser considerada um fiasco. E não foi mesmo. Esta aceitação, sem dúvida, ajudou a manter a popularidade do Aranha nos últimos anos a despeito da qualidade de suas HQ no mesmo período.
2. Os episódios foram produzidos pelo estúdio japonês Tókio Movie Shinza. Todos têm animação competente e são bem dirigidos. Citando alguns: "A noite do Lagarto" (piloto), "A roupa alienígena" (somente a parte 1, as demais são lastimáveis), "HydroMan" (essa personagem idiota não merecia, mas ganhou um episódio bem feito) e os capítulos com o Duende Verde, em especial o que adapta o clássico "A morte de Gwen Stacy", que foi substituída pela namorada do Aranha, Mary Jane. A ruivinha, por sinal, não morre, mas, sim, é lançada em outra dimensão. (&qt&) Infelizmente esse "padrão ISO 9000" de qualidade não se fez presente em boa parte da série. Há episódios onde é vexatória a animação.
3. As personagens deixaram de ser unidimensionais. Houve maior preocupação com a personalidade e psicologia (pelo menos do elenco principal). Esta medida, em geral, não foi muito longe. Quando ia, porém, quase sempre exagerava na dose, com draminhas mexicanos no melhor estilo novelão. Peter Parker, por exemplo, foi retratado como um almofadinha para lá de mauricinho...
PARA QUEM PODE, NÃO PARA QUEM QUER
Se a Marvel almejava o sucesso de crítica e público alcançado pelo desenho do Morcegão, cometeu alguns tropeços imperdoáveis. O primeiro deles foi a escolha das HQs a serem adaptadas e a forma como isso foi feito.
A princípio, tudo indicava que os episódios trariam aventuras soltas em ordem cronológica, narrando fatos relevantes do Aracnídeo. Entretanto, a partir da segunda temporada, optou-se por um escabroso formato mini-série. Foram diversos arcos de aventuras interligadas, que mais faziam lembrar as lambanças da cronologia dos gibis. Se o espectador não assistia a um dos episódios, a meada inteira perdia sentido. Todavia, piores mesmo eram as seqüências nas quais, mesmo perdendo um capítulo, percebíamos que não havíamos perdido nada.
É fato sabido que não se pode adaptar uma história ipsis literis do original ao levá-la a outra mídia. Modificações fazem-se necessárias. Bom senso na dose certa, no entanto, é essencial. O que se viram foram algumas aberrações: o sub-vilão Duende Macabro, descendente do Duende Verde, surgiu antes deste e o insidioso Abutre se "rejuvenesceu" sem mais nem menos. Como se não bastassem tais mudanças descabidas, excessiva atenção receberam bandidecos de quinta categoria como Smythe, Shocker, a ridícula Gata Negra, a infame Madame Teia e ao escrabroso Beyonder. Este último levou a uma mais do que dispensável adaptação da detestável mini-série Guerras Secretas, uma história em quadrinhos que já não parece tão ruim quando comparada à sua versão animada.
Recheada de participações especiais - Nick Fury, Dr. Estranho, X-Men... - até dizer chega, a série desperdiçou episódios valiosos com o já citado Macabro, Carnificina (tão ruim quanto nas HQs), Blade (abrindo caminho para seu filme), o Justiceiro (mais bundão do que nunca), Morbius (antes um cientista atormentado, agora um mauricinho vampiresco) e os Seis Guerreiros Esquecidos. Estes últimos, dispensáveis refugos da Segunda Guerra mundial, marcam ponto apenas para narrar, de maneira hedionda, a origem do Capitão América. Por sinal, tal arco de histórias trata-se do reaproveitamento de um roteiro recusado - graças a Deus - para o filme do Cabeça de Teia. O roteirista dessa "obra" foi John Semper, editor da série animada. Suspeito, não&qt& Ainda, sobre seu crime, ele chegou a comentar: "É muito legal! Eu sempre quis fazer algo como Watchmen". Pretensioso o menino, não&qt&
HOMENAGENS ATROZES
Esteticamente, a série sofria com um desenho de produção pobre. Todas as personagens masculinas tinham o mesmo corpo exagerado. Veículos e máquinas padeciam de uma falta de criatividade absoluta e as tão festejadas cenas com cenários em 3-D não "casavam" de jeito nenhum com a animação tradicional. A propósito, elas eram repetidas à exaustão, fato imperdoável numa "superprodução". E o pior, Peter Parker tinha suas feições baseadas no rosto de Nicholas Hammond, o Aranha bobão da série live action dos anos 70!
Para finalizar esta ode às piores atrocidades aracnídeas de todos os tempos, o último ciclo de aventuras foi a famigerada Guerra das aranhas. Neste arco, de nome tão infeliz em português, nosso herói amarga inúmeras viagens dimensionais encontrando toda a sorte de Homens-Aranha que a (falta de) criatividade humana teve a ousadia de conceber. Confira a imagem e escolha o seu favorito. Para piorar, no último episódio ainda há o cafonérrimo encontro do Homem-Aranha com seu criador Stan Lee. Ambos dão uma voltinha de teia e encerram com chave de titica uma série de equívocos desnecessários. 

Enfim, o que essa série conseguiu mesmo foi celebrar tudo o que havia de pior nos últimos quinze ou vinte anos de HQs do Aranha. Em suma, um tremendo desperdício não só de celulóide, mas de oportunidade. Afinal, Batman hoje é um clássico. Já esse Aranha... Bem, tem gosto para tudo.
BOBAGEM SEM LIMITES

O novo Aranha

Ameaças do futuro

Uniforme high-tech
Ei. Não pense que o tormento acabou por aí, não.
Em 1999, a Marvel ainda sacou da manga uma nova criação (quase) original com o seu aracnídeo preferido: Homem-Aranha - ação sem limites.
Imagine que, para resgatar o astronauta John Jameson, filho do dono do Clarim Diário, o Aranha viaja a outro planeta, a Contra-Terra, um mundo igualzinho ao nosso, com a diferença de que lá, a raça dominante são os Bestiais. Tratam-se de animais geneticamente alterados por um cientista intitulado o Alto Evolucionário. Adivinhe quem vai salvar o (outro) mundo&qt& Claro, o Amigo da Vizinhança. Só que agora munido de um novo uniforme hi-tech, todo feito de nanomáquinas, cortesia de Reed Richards, o Sr. Fantástico. Fantástico mesmo, porém, é que no tal planeta, nosso amiguinho encontra as contrapartes de vilões conhecidos por estas bandas como o Duende Verde e o Abutre, sem falar em outras besteiras incluídas apenas para vender novos brinquedos. Tenha dó. Mesmo nas HQs, o Alto Evolucionário sempre foi um vilãozinho chumbregra...
De onde teria vindo idéia tão maravilhosa&qt& Bem, talvez você lembre que a personagem clássica, Fantasma, alguns anos antes, havia angariado razoável aceitação com uma série de animação, que se passava em 2040. Pouco tempo depois, a Marvel lançou o já finado gibi do Homem-Aranha 2099. Além disso, a DC recentemente emplacou também o desenho animado Batman do Futuro. Embora todos apostassem no fracasso deste último, foi o único do gênero que realmente viu a cor do sucesso.
Então, é só somar dois mais dois e teremos o Aranha do Futuro, certo&qt& Ledo engano. Até imagino os executivos discutindo: "Vamos mandar o cara pra outro planeta que não fica tão na cara. Aí recauchutamos o Aranha 2099 e..." Bem, deu no que deu. Apenas 13 episódios exibidos no canal Fox Kids e mais um fiasco para manchar a carreira do sobrinho da Tia May.
O ARANHA 3-D
Desenvolvida através de computação gráfica, a animação The New Animated Adventures foi inspirada na bem-sucedida versão do herói aracnídeo nascido nos quadrinhos: a do filme de 2002, dirigido por Sam Raimi.
Foram utilizadas técnicas inovadoras criadas pela Mainframe, empresa canadense responsavel pelas series Reboot, Beast Wars e Beast Machines. Como prova de que fizeram seu dever de casa, os animadores conseguiram criar um visual bastante original para a série, renderizando cenários e personagens em 3D como se fossem um desenho animado tradicional. O resultado foi bem aceito, apesar de oscilar um pouco em algumas cenas, nas quais a animação parece computadorizada demais.
A história misturava elementos da origem clássica, do filme e da linha Ultimate dos quadrinhos Marvel: Peter Parker é um tímido estudante que é picado por uma aranha radioativa em um laboratório e adquire superpoderes - força e velocidade dos aracnídeos, além de um sentido que o alerta dos perigos. Parker transforma-se no amigão da vizinhança, o Homem-Aranha, e combate o crime, enquanto tenta levar um vida normal como jovem universitário e precisa pagar as contas trabalhando no site do Clarim Diário. Ao seu lado estão Mary Jane Watson, a garota que ele ama desde criança, e seu melhor amigo, Harry Osbourne, que odeia o Aranha por acreditar que ele foi o responsável pela morte de seu pai, o Duende Verde.
Apesar de ser exibida pela casa dos Anjinhos e da turma de Rocket Power, Homem-Aranha não é exatamente um desenho para crianças. Produzido originalmente para a MTV americana, a série tem foco nos relacionamentos entre Peter, Harry e Mary Jane, recém-chegados à vida adulta, utilizando a linguagem mais rebuscada da serie Ultimate Marvel.
A Série teve produção de Avi Arad, Rick Ungra, Marsha Griffin, Morgan Gendel e Stan Lee - o criador do personagem- , e direção de Audu Paden. A trilha sonora ficou a cargo do conhecido DJ John Digweed. 













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STAN LEE


Biografia Stan Lee
A vida e a obra do The Man!
Stan Lee (nascido com o singelo nome de Stanley Martin Lieber, no dia 28 de Dezembro de 1922, lá em Nova York) é escritor, editor, presidente de honra da Marvel Comics e uma das criaturas mais iluminadas que já colocaram seus pés nesse nosso Mundão. =D
Ele, seja sozinho ou com colaboradores, criou personagens completamente humanos, naturais e complexos, e desenvolveu todo um universo em histórias em quadrinhos. Ele criou (ou co-criou) o Homem-Aranha, o Quarteto Fantástico, os X-Men, Hulk, Demolidor, Dr. Estranho e muitos outros personagens, liderando a expansão da Marvel de uma pequena editora até uma gigantesca corporação multimída.
Lindo, não? Vamos saber mais sobre a vida do The Man? Vamos? Ê !
Biografia
Stan Lee nasceu no apartamento dos seus pais, imigrantes romenos-judeus, na esquina da Rua West 98th com a Avenida West End, em Manhattan. O pai dele, que era alfaiate, não conseguia emprego devido a Grande Depressão que assolava o país e se mudou com sua família para um bairro mais pobre da cidade, chamado Washington Heights. Quando Lee tinha nove anos, nasceu seu único irmão, Larry Lieber.
Lee freqüentou o colégio DeWitt Clinton, no Bronx, pra onde sua família se mudou em seguida. Lee era um leitor voraz, que adorava escrever quando adolescente e começou a vida de trabalho em empregos como escrever obituários para um serviço de notícias do Centro Nacional de Tuberculose (o_O); entregar sanduíches; office-boy de uma fábrica de calças; lanterninha do Rivoli Theater e até vendedor de assinaturas para o jornal New York Herald Tribune. Ele se formou no ensino médio cedo, com 16 anos. Então, se juntou ao WPA Federal Theatre Project.
Com a ajuda de seu tio, Robbie Solomon, o cunhado do editor de quadrinhos Martin Goodman, Lee começou como assistente na recém-criada Timely Comics, uma divisão da companhia do Goodman. Essa Timely, algumas décadas mais tarde, se tornaria o que conhecemos hoje como Marvel Comics. Ô! =D
Pouco tempo mais tarde, Lee foi oficialmente contratado por Joe Simon, editor da Timely. O primeiro trabalho publicado por Lee foi um texto na revista Captain America Foils de Traitor´s Revenge, em maio de 1941, onde o seu pseudônimo (que virou seu nome oficial, mais tarde) surgiu pela primeira vez. De acordo com Lee, ele queria “guardar seu nome para trabalhos mais literários”. Que beleza!
Então, de “redator quebra-galho”, Lee subiu de cargo duas edições mais tarde. Quando Joe Simon e seu parceiro Jack Kirby fecharam o pau com Goodman, Stan virou Editor da Timely… Com apenas 19 anos. O tino comercial que Stan Lee possuía o manteve no cargo por um bom tempo, até que virou Editor-Chefe e, em 1972, substituiu Goodman. Mas calma, muita coisa antes aconteceu. =]
Em 1942, Stan Lee entrou para o Exército. Lá, ele escreveu manuais, cuidou de filmes de treinamento e slogans… fazendo desenhos de vez em quando. A classificação de Lee no exército, “playwright”, só foi dada para apenas nove homens em todo o exército estadunidense… Que coisa! Três anos depois, Lee estava de volta.
No começo da década de 50 (a editora já era chamada de Atlas Comics), uma “campanha em prol da decência”, liderada pelo psiquiatra Dr. Frederic Wartham e pelo senador Estes Kefauver culpou os quadrinhos por “corromper os jovens leitores com imagens de violência e sexualidade”. Dessa palhaçada surgiu o tão temido Comics Code, que até hoje preenche o saco de muita gente.
Nesse período, Lee escreveu histórias de vários gêneros, como romance, velho oeste, humor, ficção científica, aventuras medievais, terror e suspense. No fim da década, Lee (agora morando com sua família em Hewlett Harbor, Nova York), resolveu ficar meio EMO e QUASE desistiu da sua carreira. MEDO!
A Revolução Marvel
No fim da década de 50, o editor Julius Schwartz, da DC Comics, conseguiu reviver o gênero “Super-heróis” e começou a ter relativo sucesso com a nova versão do Flash e, mais tarde, com a Liga da Justiça da América. Em resposta, Goodman pediu que Lee criasse uma super-equipe pra bater de frente com isso. Como ele já estava pensando em sair do ramo, resolveu seguir a sugestão de sua esposa e fazer algo completamente diferente do que já estava sendo feito.
Os heróis de Lee, então, surgiram como seres humanos nada perfeitos e cheios de defeitos, como qualquer outra pessoa. Eles poderiam ser nervosinhos, estressados, melancólicos, vaidosos, egocêntricos… eles tretavam entre si, tinham que se preocupar em como pagar as próprias contas e impressionar as garotas; até mesmo se estrepavam fisicamente, coisa que não acontecia com os outros. Alienígenas indestrutíveis e bilhardários com identidade secreta eram INHÉ demais. =D
Os heróis de Lee capturaram a imaginação de adolescentes e adultos que foram parte do conhecido “baby boom”, surgido depois da Segunda Guerra Mundial. As vendas levantaram vôo e Lee percebeu que tinha futuro em seu emprego. Graças a Shiloh! =D
O primeiro super-grupo criado por Lee (junto de Jack Kirby) foi o Quarteto Fantástico. A popularidade da família poderosa fez com que a porteira abrisse e, ainda com Kirby, Lee criasse o Hulk, Homem de Ferro, Thor e os X-Men; com Bill Everett, o Demolidor; com Steve Ditko, vieram o Doutor Estranho e o mais famoso de todos: o Homem-Aranha.

Posted by DJ BURP | às 17:54 | 0 comentários

MARVEL COMICS

A origem da Marvel Comics
Marvel Comics

Marvel Comics, apelidada de House of Ideas ("Casa de Idéias"), é uma editora americana de banda desenhada ou história em quadrinhos pertencente a Marvel Entertainment. Com sede em 387 Park Avenue South, em Nova Iorque, é uma das mais importantes editoras do gênero no mundo, tendo criado a maioria dos mais importantes e populares super-heróis, anti-heróis e vilões do mundo das histórias em quadrinhos. Entre as suas revistas mais famosas encontram-se o Quarteto Fantástico, Homem-Aranha, O
Incrível Hulk, Capitão América, O Justiceiro, Os Vingadores, Demolidor, Thor, Homem de Ferro, Surfista Prateado os X-Men, Blade:O Caçador de Vampiros, Motoqueiro Fantasma entre muitos outros títulos populares principalmente entre jovens e adultos. Desde a década de 1960 é uma das maiores empresas norte-americanas do ramo, ao lado da DC Comics (sua principal rival) e da Image Comics. Tem, atualmente, um catálogo de mais de 4.700 personagens.

No dia 31 de agosto de 2009 foi comprada pela Walt Disney Company pelo valor de 4 Bilhões de dólares.
História



 




Apache Kid nº19 (1956)

A Marvel Comics foi fundada nos anos 30 do século XX, por Martin Goodman, como Timely Comics. Goodman, um editor de revistas pulp que começou a vender um pulp de faroeste em 1933, expandiu-se para um emergente -e até então bastante popular- novas histórias em quadrinhos. Goodman começou sua nova linha de sua existente empresa na 330 West 42nd Street, New York City, New York. Ele oficialmente detinha os títulos de editor, editor-executivo e gerente de negócios, com Abraham Goodman oficialmente listado como publisher. A sua primeira publicação ocorreu em 1939, com o primeiro número da revista Marvel Comics, onde se deram as primeiras aparições do super-
herói Tocha Humana e do anti-herói Namor, o Príncipe Submarino. O conteúdo deste sucesso de vendas veio de uma outra publicação, Funnies, Inc., mas no ano seguinte, teve sua própria equipe no lugar. Com a segunda edição, o título da série mudou para Marvel Mystery Comics.

O primeiro editor de quadrinhos da Marvel, o também roteirista e desenhista Joe Simon, se juntou a quem seria brevemente considerado uma lenda das HQ, Jack Kirby, para criar o primeiro herói patriota, o Capitão América, em Captain America Comics #1. (Março 1941). Capitão América logo virou um sucesso com uma circulação de quase um milhão. Portanto, nos anos 40 a Timely tornou-se muito conhecida.

Em 1939, Goodman contratou o primo de sua esposa, Stanley Lieber, como auxiliar de escritório em geral. Quando o editor Simons deixou a companhia no final de 1941, Goodman fez de Lieber - até então a escrevendo sob pseudônimo como "Stan Lee" - editor provisório da linha de quadrinhos, uma posição que Lee manteve durante décadas, exceto por três anos durante o serviço militar na II Guerra Mundial. Lee escreveu extensivamente para a Timely Comics, contribuindo para vários títulos diferentes.

O mercado americano de quadrinhos de super-heróis caiu no pós-guerra. A Editora de Goodman deixou de publicar a maior parte, e expandiu-se para uma ampla variedade de gêneros que a Timely Comics ainda não havia publicado, com ênfase no gênero de horror, faroteste, humor, funny-animal,crime, quadrinhos de guerra, e posteriormente, acrescentando uma porção de jungle books, títulos de romance, e até mesmo espionagem, aventura medieval, histórias da Bíblia e esportes. Como outras editoras, Goodman também cortejou os leitores do sexo feminino com quadrinhos principalmente humorístico sobre modelos e mulheres famosas.

Nos anos 50, a Marvel atravessou tempos difíceis, da mesma maneira que as outras editoras. Goodman começou a usar a pblicar com nome de Atlas, uma distribuidora de sua propriedade, em Novembro de 1951. Atlas, Ao invéz de inovar, seguia as seguintes tendências populares na televisão e no cinema - faroestes e dramas de guerra em vigor por um tempo, monstros de cinema drive-in em outro - e mesmo outras revistas em quadrinhos, especialmente a linha de terror da EC Comics. A Atlas também publicou uma infinidade de títulos para crianças e humor adolescente, incluindo Homer the Happy Ghost de Dan DeCarlo (fantasma á la Gasparzinho) e Homer Hooper (adolescente á la Archie Andrews da). A editoa tentou sem sucesso ressuscitar os super-heróis entre 1953 e 1954, como o Tocha Humana (arte de Syd Shores e Dick Ayers, alternadamente), o Namor (quase todas histórias escritas e desenhadas por Bill Everett), e Capitão América (escritor Stan Lee e desenhada John Romita Sr.). A Atlas tinha no minímo cinco escritores oficiais(chamados oficialmente de editores) além de Stan Lee: Hank Chapman, Paul S. Newman, Don Rico, Carl Wessler e o futuro cartunista da Revista MAD, Al Jaffee.

No final dos anos 50 e início dos 60, o sucesso da DC Comics ao reviver o gênero de super-heróis nas histórias em quadrinhos (principalmente com a Liga da Justiça) fez com que a Marvel seguisse o mesmo caminho. Os principais expoentes desta época foram os seus empregados Stan Lee (edição e argumento) e Jack Kirby (arte), responsáveis pela criação do Quarteto Fantástico. A revista foi um enorme sucesso o que levou a Marvel a publicar outros títulos de super-heróis, entre os quais se destacou o gibi do personagem Homem-Aranha, criado por Stan Lee e Steve Ditko.

As histórias da Marvel distinguiam-se das demais pelo universo em que se desenvolviam ter características mais próximas da realidade, sendo mais humanizado e verossímil. Os argumentos exploravam a caracterização dos personagens. No caso do Homem-Aranha, ele era um jovem herói com alguma falta de auto-estima e muitos problemas mundanos, semelhantes ao de muitos adolescentes. Este novo olhar acabou por incentivar uma revolução nas histórias em quadrinhos (banda desenhada) norte-americanas com o passar do tempo. Até mesmo a concorrente DC Comics adotou algumas inovações realizadas pela Marvel em suas histórias. Stan Lee ganhou prestígio e foi durante alguns anos o diretor da empresa.

No início dos anos 70, uma série de novos directores trabalharam para a empresa em mais uma época não favorável para esta indústria. No entanto, no final dessa década, a Marvel estava novamente de boa saúde, graças a novas estratégias de marketing na distribuição e à renovação do título dos X-Men, arquitetado principalmente por Chris Claremont e John Byrne.

Nos anos 80, Jim Shooter era o diretor. Apesar da sua personalidade controversa, conseguiu eliminar alguns dos males da empresa - como a não publicação das revistas no prazo devido - e promover um renascimento criativo na Marvel, fazendo com que seus gibis tornassem-se ainda mais vendidos .

Em 1981, a Marvel comprou os estúdios de animação DePatie-Freleng Enterprises do famoso animador do desenho da A Pantera Cor-de-Rosa, Friz Freleng. A empresa foi rebatizada de Marvel Productions Ltd. e produziu séries de desenhos animados bastante conhecidas, como G.I. Joe, Transformers e Muppet Babies.

Em 1988, a Marvel foi comprada pelo investidor/empresário Ronald Perelman, que colocou a empresa na Bolsa de Nova Iorque e promoveu o aumento do número de títulos publicados. Entretanto, a empresa vendeu o seu catálogo de animação à Saban Entertainment e fechou permanentemente o estúdio de animação, optando por contratar terceiros para produzir seus projetos de animação.

A Marvel ganhou bastante dinheiro no início dos anos 90 devido ao boom das histórias em quadrinhos (banda desenhada) nos EUA, mas no meio da década enfrentou graves problemas financeiros, com acusações de que Perelman havia tirado todo o dinheiro da empresa em proveito próprio. Como consequência, a Marvel anunciou que o seu distribuidor exclusivo passaria a ser o Heroes World, que fez com que toda a indústria de distribuição de revistas de histórias em quadrinhos (banda desenhada) sofresse um grande abalo. A perda potencial da maior empresa da indústria, originou o encerramento das atividades da maioria dos distribuidores. No momento, existe apenas uma grande distribuidora de histórias em quadrinhos (banda desenhada) nos EUA: a Diamond Distribution. Muitos peritos julgam que esse fato causou um imenso dano à indústria das histórias em quadrinhos (banda desenhada).

No auge da crise,o investidor Carl Icahn tentou obter o controlo da Marvel, mas após arrastadas batalhas jurídicas, o controle da empresa foi entregue em 1997 à Isaac Perlmutter, proprietário da Toy Biz, uma das empresas do grupo. Com o seu sócio Avi Arad e os seus nomeados (e controversos) editor Bill Jemas e diretor Joe Quesada, Perlmutter reergueu a Marvel. Além da revitalização das revistas da empresa, alguns dos seus personagens foram licenciados para se tornarem filmes de sucesso, principalmente X-Men, X-Men Origins: Wolverine, Homem-Aranha, Quarteto Fantástico, Hulk, Homem de Ferro e Blade.

A Marvel mantém-se a principal editora norte-americana de histórias em quadrinhos (banda desenhada), mesmo numa altura em que a indústria é apenas uma fração do que foi décadas atrás. Há pelo menos três décadas, a principal concorrente, DC Comics, está abaixo da Marvel em vendas. Stan Lee já não está oficialmente ligado à empresa, mas permanece sendo o nome mais conhecido e importante na indústria e ocasionalmente demonstra o seu carinho pelos personagens, em edições especiais ou declarações públicas.

Em 2001, a Marvel Comics retirou-se da Comics Code Authority e estabeleceu o seu próprio sistema de classificação para as suas revistas. Criou também novas linhas editoriais, incluindo uma destinada a adolescentes mais velhos (Marvel Knights) e outra a adultos: a (MAX). Outro fator marcante na história da Marvel no início do novo milênio foi sua parceria com Hollywood, que resultou em várias adaptações de sucesso, iniciadas com o filme do Homem-Aranha, em 2002.

Em 2006, a Marvel lançou uma Mega-Saga intitulada Guerra Civil, onde a comunidade heróica viu-se dividida, devido a uma Lei de Registro de Super-Humanos. Essa saga discutiu, de maneira profunda, vários fatores políticos e éticos, aumentando ainda mais a verossimilhança do Universo Marvel com o universo real. Nestes mesmo ano a empresa criou sua própria enciclopédia wiki em seu website.

Em 2007 a empresa inovou novamente, anunciando a Marvel Digital Comics Unlimited, um arquivo digital de cerca de 2.500 edições de histórias em quadrinhos antigas, disponíveis para leitura após o pagamento de uma pequena taxa mensal ou anual.

Em 2009, a Walt Disney Company comprou a Marvel Entertainment por 4 bilhões de dólares em dinheiro e ações.
Editores-chefe da Marvel Comics


O editor-chefe supervisiona as decisões criativas de maior escala dentro da companhia. O cargo evoluiu lentamente. Nos primeiros anos, a empresa teve um único editor a supervisionar a linha inteira. Com o crescimento da companhia, tornou-se cada vez mais comum para os títulos ser inspecionado em separado. O conceito de "escritor-editor" evoluiu com Cainã Silva, que escrevia e geria mais de uma linha de produção. Porém, enquanto Lee deteve grande poder dentro da empresa durante sua gestão, quando o editor Martin Goodman promoveu as mudanças na estrutura de sua empresa e os quadrinhos tornaram-se um divisão relativamente pequena, seus sucessores tiveram participações de escalas variáveis dentro da gestão corporativa.

A década de 70 foi marcada por uma grande quantidade de editores-chefe. Com grande rotatividade de nomes, parece que alguns foram nomeados como mera extensão de suas funções editoriais. Somente quando Jim Shooter assumiu em 1978, o cargo foi claramente definido.

Em 1994, a Marvel aboliu o cargo, substituindo Tom DeFalco por um grupo de 5 editores, que receberam cada um o título de editor-chefe, tendo outros editores subordinados a si. Porém, no mesmo ano, o cargo foi restaurado, sendo entregue a Bob Harras. Em 2000, Joe Quesada assumiu a posição.

* Joe Simon (1939-1941)
* Stan Lee (1941-1942)
* Vincent Fago (atuou durante o Serviço Militar de Stan Lee) (1942-1945)
* Stan Lee (1945-1972)
* Roy Thomas (1972-1974)
* Len Wein (1974-1975)
* Marv Wolfman ("black-and-white magazines" 1974-1975, toda a linha 1975-1976)
* Gerry Conway (1976)
* Archie Goodwin (1976-1978)
* Jim Shooter (1978-1987)
* Tom DeFalco (1987-1994)
* Período Sem Editor-Chefe Oficial (1994-1995)
* Bob Harras (1995-2000)
* Joe Quesada (2000-)
Linhas editoriais da Marvel Comics

Atuais

* Universo Marvel
* Marvel Age
* Ultimate Marvel
* MAX
* Icon
* Marvel Press
* MC2
Extintas

* Epic Comics
* Novo Universo
* Tsunami
* Universo Amálgama
* Amalgam Comics
* Curtis Magazines
* Marvel 2099
* Marvel Absurd
* Marvel Age
* Malibu Comics
* Marvel Edge
* Marvel Music
* Marvel UK
* Paramount Comics
* Razorline
* Star Comics
* Panini Comics
Marvel nos países lusófonos

Marvel Comics em evento do Pentágono.

Os personagens da Marvel Comics têm sido, ao longo dos anos, publicadas nas mais diferentes editoras brasileiras e portuguesas. Em Abril de 1940, Namor estreia em Gibi Mensal 142 da RGE (atual Editora Globo). (tornando errônea a comemoração de 40 anos da Marvel no Brasil, já que a mesma celebra 70 anos em 2009, contando os anos da Timely) A partir de 1967 foram lançados pelo Editora Ebal como estratégia de uma grande campanha publicitária da companhia Shell, que distribuía exemplares das revistas gratuitamente nos postos de gasolina. No filme brasileiro O Homem Nu (1968), produzido com parte do patrocinio obtido pela citada companhia, pode-se ver com destaque posters com os 5 super-heróis Marvel do desenho animado de 1966, colocados em uma vitrine: Capitão América, Hulk, Thor, Namor e Homem de Ferro. No Brasil, os gibis Marvel são publicados atualmente pela editora Panini, sendo seus personagens Wolverine, Homem-Aranha, Hulk, Demolidor, X-Men, O Justiceiro e Blade entre os mais populares.
Editoras brasileiras

* RGE, de 1940 a 1954;
* Abril Jovem, de 1979 até 2001;
* Ebal, de 1966 até 1973;
* Bloch, de 1975 a 1978
* Rio Gráfica, de 1979 a 1984;
* GEP, em 1968
* Mythos
* Opera Graphica
* Panini, de janeiro de 2002 até a presente data.
Editoras portuguesas

* Abril/Controljornal
* Agência Portuguesa de Revistas
* Devir
Marvel em outras mídias

Os personagens e histórias da Marvel Comics foram adaptados para muitas outras mídias. algumas dessas adaptações foram produzidas pela própria Marvel.
Televisão

Várias séries televisivas, tanto live-action como animadas, foram baseadas nos personagens da Marvel Comics, como Homem-Aranha e Quarteto Fantástico.

É famosa no Brasil a série The Marvel Super Heroes, produzida pelo estúdio Grantray-Lawrence Animation, conhecida como desenhos desanimados.

Em meados dos anos 90, foram produzidas várias séries animadas de diversos personagens Marvel, todos pertencentes ao mesmo Universo Animado Marvel.

A última série em live-action foi Blade: The Series, transmitida em 2006.
Filmes

Ver artigo principal: Anexo:Lista de filmes da Marvel

Muitos personagens Marvel foram adaptados para o cinema, principalmente a partir do final dos anos 90. O sucesso de franquias baseadas em Blade, os X-Men e o Homem-Aranha levaram a Marvel a transformar seu estúdio Marvel Films em uma produtora auto-suficiente (com distribuição da Paramount Pictures), com Homem de Ferro sendo a primeira produção independente.
Ano Filme Estúdio Notas Anunciados

1944
Captain America
Republic Pictures
Seriado; Marvel era conhecida Timely Comics
1986
Howard, o Super-Herói
Universal Pictures

1989
O Justiceiro
New World Pictures

1990
Capitão América
21st Century Film Corporation
Lançado direto em vídeo
1994
The Fantastic Four
New Horizons
Nunca lançado
1998
Blade
New Line Cinema / Marvel Studios

2000
X-Men - O Filme
20th Century Fox / Marvel Studios

2002
Blade II
New Line Cinema / Marvel Studios

Homem-Aranha
Columbia Pictures / Marvel Studios

2003
Demolidor - O Homem sem Medo
20th Century Fox / Marvel Studios

X-Men 2
20th Century Fox / Marvel Studios

Hulk
Universal Pictures / Marvel Studios

2004
Justiceiro
Lions Gate Entertainment / Marvel Studios
Distribuído pela Columbia Pictures fora dos EUA
Homem-Aranha 2
Columbia Pictures / Marvel Studios

Blade: Trinity
New Line Cinema / Marvel Studios

2005
Elektra
20th Century Fox / Marvel Studios

Homem-Coisa
Lions Gate Entertainment

Quarteto Fantástico
20th Century Fox / Marvel Studios

2006
X-Men: O Confronto Final
20th Century Fox / Marvel Studios

2007
Motoqueiro Fantasma
Columbia Pictures / Marvel Studios

Homem-Aranha 3
Columbia Pictures / Marvel Studios

Quarteto Fantástico e o Surfista Prateado
20th Century Fox / Marvel Studios

2008
Homem de Ferro
Marvel Studios
Distribuído por Paramount Pictures
O Incrível Hulk
Distribuído por Universal Pictures
O Justiceiro: Zona de Guerra
Lions Gate Entertainment / Marvel Studios

2009
X-Men Origens: Wolverine
20th Century Fox / Marvel Studios

2010
Homem de Ferro 2
Marvel Studios
Distribuído por Paramount Pictures




2011
Thor
Marvel Studios

Captain America: The First Avenger

2012
The Avengers

TBA
X-Men Origens: Wolverine parte 2
20th Century Fox / Marvel Studios

Deadpool

Posted by DJ BURP | às 17:49 | 0 comentários