COSPLAY


✿ Origem dos cosplayers!

Origem

Forrest J. Ackerman durante a Worldcon de 1939.A história do cosplay está intimamente ligada à história das convenções de ficção científica nos Estados Unidos. Em 1939, durante a primeira World Science Fiction Convention, ou Worldcon, em New York, um jovem de 22 anos chamado Forrest J. Ackerman, e sua amiga Myrtle R. Jones compareceram ao evento como os únicos fantasiados entre um público de 185 pessoas. Ackerman, que anos mais tarde se tornaria um dos nomes mais influentes no campo da ficção científica, usava um rústico traje de piloto espacial o qual chamou de "futuricostume", e Myrtle estava caracterizada com um vestido inspirado no filme clássico de 1933 "Things to Come".Ambos causaram agitação entre o público, resultando em um clima de estreitamento entre a ficção e a realidade que mudou pra sempre a cara das convenções do gênero. As fantasias da dupla fizeram tanto sucesso que no ano seguinte dezenas de fãs compareceram à convenção em trajes de ficção científica.

A prática cresceu ao longo do tempo, levando ao surgimento dos masquerades, concursos que não se limitavam a exibir as fantasias, mas permitiam aos participantes realizar apresentações criativas e que entretiam o público.O hobby de fãs fantasiados ficou conhecido pelo termo costuming ou fan costuming, e esteve confinado às convenções de ficção científica, essencialmente na América do Norte, por várias décadas. Tudo mudou em 1984 quando Nobuyuki Takahashi, de um estúdio japonês chamado Studio Hard, visitou a Worldcon daquele ano, em Los Angeles. Ele ficou tão impressionado com o masquerade apresentado que publicou sobre isso frequentemente em revistas japonesas de ficção científica, criando e difundindo um novo termo para definir o que havia presenciado: Cosplay. Nos anos seguintes já era possível encontrar dezenas de fãs fantasiados nas convenções japonesas, e a prática de se caracterizar como personagens de anime e mangás tornou-se um verdadeiro fenômeno no país. Tal sucesso fez surgir lojas, publicações e profissionais especializados no hobby, criando uma verdadeira indústria do cosplay no Japão.

Na década de 90, com a explosão do anime pelo mundo, o cosplay foi reintroduzido nos Estados Unidos, dessa vez em uma escala muito maior. O termo popularizou-se rapidamente através das dezenas de convenções de anime que surgiram no país, levando muitos dos novos praticantes - ou "cosplayers", a acreditarem errôneamente que o hobby havia sido criado no Japão, quando na verdade os EUA já possuiam uma tradição de quase meio século. Devido a isso, é muito comum nos Estados Unidos o termo cosplay ser usado para se referir exclusivamente às caracterizações de animes, games ou mangas japoneses, enquanto o termo mais tradicional "costuming" é usado em relação às fantasias de sci-fi ou de obras ocidentais.

Apesar do Japão ter importado essa subcultura dos EUA, existem algumas diferenças na forma que o hobby é praticado nos dois países. Os norte-americanos ainda hoje seguem o modelo criado no Worldcon, onde os cosplayers criam suas próprias fantasias e competem em convenções de fãs. Além disso, fantasias originais são bem-vindas e incentivadas. No Japão o cosplay envolve caracterizar-se como um personagem pré-existente, mesmo que a origem não seja de anime ou mangá. Desse modo, o foco é parecer o mais fiel possível. Como se trata essencialmente de reproduzir com fidelidade um determinado personagem, não há nenhuma ênfase na criação de fantasias originais ou que os trajes sejam confeccionados pelos cosplayers. Também vale citar que o Japão não possui os mesmos tipos de competições que os norte-americanos, e a principal atividade relacionada ao cosplay nipônico é reunir-se em grupos e fazer sessões de fotos. Por fim, o cosplay é um hobby praticado predominantemente por jovens mulheres no Japão, enquanto nos EUA sua prática é ampla em ambos os sexos e em diversas idades.

O Que é Cosplay?
E
xistem muitas maneiras pelas quais os fãs têm demonstrado seu apoio e apreço às obras da cultura pop. Talvez uma das mais explicitas e populares nos dias atuais seja o cosplay. Contração das palavras em inglês costume (traje/fantasia) e play / roleplay (brincadeira, interpretação), o cosplay é um hobby que consiste em fantasiar-se de personagens oriundos, em geral, de quadrinhos, games e desenhos animados japoneses. A prática do cosplay também engloba personagens pertencentes ao vasto universo do entretenimento, como filmes, séries de TV, livros e animações de outros países. Em menor escala há aqueles que caracterizam-se como figuras históricas ou de criações originais.
Uma das principais características do cosplay é que o praticante além de criar os trajes, também interpreta o personagem caracterizado, reproduzindo os traços de personalidade como postura, falas e poses típicas. O hobby costuma ser praticado em eventos que reúnem fãs desse universo, como convenções de anime e games.

Aos olhares desavisados a brincadeira pode parecer um tanto excêntrica, muitas vezes retratada de forma indevida e repleta de esteriótipos sobre o perfil daqueles que a praticam. No entanto basta conhecer esse universo mais a fundo para perceber que seus praticantes revelam-se pessoas comuns, que tem um dia-a-dia tão normal quanto qualquer outro. O que os diferencia no entanto, é sua capacidade de trazer para a realidade momentos e figuras do mundo da fantasia e ficção que causam tanto fascínio entre o público. Longe de serem reclusos e isolados, os adeptos do cosplay mostram-se, em geral, altamente sociáveis; ao contrário de uma atividade meramente escapista, a prática do cosplay exige preceitos sólidos e concretos, como organização, capacidade de superar desafios, explorar a criatividade e o potencial artístico nas caracterizações.

Origem


A história do cosplay está intimamente ligada à história das convenções de ficção científica nos Estados Unidos. O primeiro exemplo moderno dessa prática ocorreu em 1939, durante a 1ª World Science Fiction Convention, ou Worldcon, em New York, quando um jovem de 22 anos chamado Forrest J. Ackerman, e sua amiga Myrtle R. Douglas compareceram ao evento como os únicos fantasiados entre um público de 185 pessoas. Ackerman, que anos mais tarde se tornaria um dos nomes mais influentes no campo da ficção científica, usava um rústico traje de piloto espacial o qual chamou de "futuricostume", e Myrtle estava caracterizada com um vestido inspirado no filme clássico de 1936 "Things to Come", baseado na obra de H.G. Wells. Ambos causaram agitação entre o público, resultando em um clima de estreitamento entre a ficção e a realidade que mudou pra sempre a cara das convenções do gênero. As fantasias da dupla, confeccionadas por Myrtle, ou "Morojo", como era conhecida, fizeram tanto sucesso que no ano seguinte dezenas de fãs compareceram à convenção em trajes de ficção científica.

A prática cresceu ao longo do tempo, levando ao surgimento dos masquerades, concursos que não se limitavam a exibir as fantasias, mas permitiam aos participantes realizar apresentações criativas e que entretiam o público.O hobby de fãs fantasiados ficou conhecido pelo termo costuming ou fan costuming, e esteve confinado às convenções de ficção científica, essencialmente na América do Norte, por várias décadas. Tudo mudou em 1984 quando Nobuyuki Takahashi, de um estúdio japonês chamado Studio Hard, visitou a Worldcon daquele ano, em Los Angeles. Ele ficou tão impressionado com o masquerade apresentado que publicou sobre isso frequentemente em revistas japonesas de ficção científica, criando e difundindo um novo termo para definir o que havia presenciado: Cosplay. Nos anos seguintes já era possível encontrar dezenas de fãs fantasiados nas convenções japonesas, e a prática de se caracterizar como personagens de anime e mangás tornou-se um verdadeiro fenômeno no país. Tal sucesso fez surgir lojas, publicações e profissionais especializados no hobby, criando uma verdadeira indústria do cosplay no Japão.

Nobuyuki Takahashi criou e difundiu o termo cosplay
Na década de 90, com a explosão do anime pelo mundo, o cosplay foi reintroduzido nos Estados Unidos, dessa vez em uma escala muito maior. O termo popularizou-se rapidamente através das dezenas de convenções de anime que surgiram no país, levando muitos dos novos praticantes - ou "cosplayers", a acreditarem errôneamente que o hobby havia sido criado no Japão, quando na verdade os EUA já possuiam uma tradição de quase meio século. Devido a isso, é muito comum nos Estados Unidos o termo cosplay ser usado para se referir exclusivamente às caracterizações de animes, games ou mangas japoneses, enquanto o termo mais tradicional "costuming" é usado em relação às fantasias de sci-fi ou de obras ocidentais.

Apesar do Japão ter importado essa subcultura dos EUA , existem algumas diferenças na forma que o hobby é praticado nos dois países. Os norte-americanos ainda hoje seguem o modelo criado no Worldcon, onde os cosplayers criam suas próprias fantasias e competem em convenções de fãs. Além disso, fantasias originais são bem-vindas e incentivadas. No Japão o cosplay envolve caracterizar-se como um personagem pré-existente, mesmo que a origem não seja de anime ou mangá. Desse modo, o foco é parecer o mais fiel possível. Como se trata essencialmente de reproduzir com fidelidade um determinado personagem, não há nenhuma ênfase na criação de fantasias originais ou que os trajes sejam confeccionados pelos cosplayers. Também vale citar que o Japão não possui os mesmos tipos de competições que os norte-americanos, e a principal atividade relacionada ao cosplay nipônico é reunir-se em grupos e fazer sessões de fotos. Por fim, o cosplay é um hobby praticado predominantemente por jovens mulheres no Japão, enquanto nos EUA sua prática é ampla em ambos os sexos e em diversas idades.
Forrest J. Ackerman, o pioneiro de 1939, consagrou-se como um renomado editor de publicações de ficção científica e se tornou um lendário colecionador de itens relacionados, além de ser o criador da personagem de quadrinhos Vampirella. Ackerman também foi agente literário de Isaac Asimov, e serviu de inspiração para nomes como Steven Spielberg, Stephen King e George Lucas. Faleceu no dia 4 de dezembro de 2008, aos 92 anos, deixando um legado inestimável para o mundo da ficção científica, terror clássico, fantasia e toda a cultura que surgiu desse universo, como o cosplay. Foi extremamente influente não somente na origem, organização e no crescimento do movimento de fãs, mas também desempenhou um papel fundamental no processo de aceitação e assimilação pelo grande público daquilo que denominou como "sci-fi", consagrando a ficção científica como forma de arte respeitada, seja na literatura, filmes e outras mídias.
Cosplay no Brasil


Embora existam relatos da presença de fãs fantasiados nas convenções de Jornada nas Estrelas já em meados da década de 80, acredita-se que o cosplay, como um hobby, chegou ao Brasil por volta de 1996, junto com a primeira convenção de animes do país, o Mangacon. Realizado na cidade de São Paulo pela ABRADEMI - Associação Brasileira de Desenhistas de Mangá e Ilustrações, o evento é considerado o marco inicial da difusão do cosplay no Brasil, sendo realizado em um período de redescobrimento dos animes na televisão brasileira. Ao longo dos anos a prática do cosplay cresceu de forma exponencial, espalhando-se por todas as regiões do país.
A forma que o cosplay é praticado no Brasil caracteriza-se por uma mistura do modelo americano e japonês. O conceito norte-americano do masquerade foi importado e adaptado tornando-se o tradicional concurso de cosplay das convenções de anime brasileiras. De influência japonesa, podemos citar a ênfase na caracterização de personagens pré-existentes e o foco na busca pela fidelidade, além da predominância de fantasias inspiradas em animes, mangas e games japoneses.
Atualmente existem milhares de praticantes espalhados pelo país, e os maiores eventos que reúnem fãs do hobby chegam a alcançar um público de mais de 40 mil pessoas.
Cosplay – Da fantasia para a realidade



O Cosplay surgiu nos Estados Unidos como resultado de uma mistura das palavras em inglês costume (traje/fantasia) e play/roleplay (brincadeira, interpretação). É um hobby que consiste em apoiar a cultura pop, com fantasias de personagens dos quadrinhos e desenhos animados japoneses principalmente, e também filmes, livros e séries da televisão. As pessoas, além de se fantasiarem, interpretam os personagens imitando suas falas e poses.
Segundo o site Cosplay Brasil, maior comunidade brasileira de praticantes e simpatizantes do hobby, “a história do Cosplay está intimamente ligada à história das convenções de ficção científica nos Estados Unidos. O primeiro exemplo moderno dessa prática ocorreu em 1939, durante a 1ª World Science Fiction Convention, ou Worldcon, em New York, quando um jovem de 22 anos chamado Forrest J. Ackerman, e sua amiga Myrtle R. Douglas compareceram ao evento como os únicos fantasiados entre um público de 185 pessoas. Ackerman, que anos mais tarde se tornaria um dos nomes mais influentes no campo da ficção científica, usava um rústico traje de piloto espacial e Myrtle estava caracterizada com um vestido inspirado no filme clássico de 1936 “Things to Come”.”



Com o passar do tempo surgiram os masquerades, eventos que reuniam exibições de fantasias. Os “personagens” podiam ainda criar apresentações de modo a entreter o público. Nesta época, o hobby destes fantasiados tinha o nome de costuming. Mas, em 1984, um japonês visitou a Worldcon e, impressionado com o evento e com as fantasias exibidas, resolveu publicar sobre o assunto em revistas japonesas de ficção científica, dando ao movimento o nome de Cosplay. Aos poucos as pessoas foram aderindo e cada vez mais era possível ver gente fantasiada nos eventos realizados no Japão.
Na década de 90, o Cosplay voltou a aparecer nos Estados Unidos, desta vez com uma aceitação muito maior por parte dos norte americanos. Diversas convenções sobre o tema foram organizadas e algumas pessoas chegavam a acreditar que os “cosplayers” haviam surgido no Japão, sendo que o movimento já existia nos Estados Unidos muito tempo antes, bem verdade que em escala muito menor.


Apesar de tão próximos, a forma de praticar o hobby dos dois países é bem diferente. Os americanos até hoje seguem o estilo e o modelo praticado na Worldcom. Os participantes, homens ou mulheres de todas as idades, criam suas fantasias e competem nas convenções de fãs. Vale destacar que a criatividade é muito respeitada e bem recebida.
Já no Japão, o Cosplay significa vestir-se como um personagem que já existe da forma mais fiel possível, deixando de lado a criatividade e a originalidade. Os eventos realizados pelos japoneses (quase sempre jovens mulheres) não são competições, mas apenas reuniões com sessões de fotos entre os adeptos.
Segundo a Wikipedia, no Brasil já era possível encontrar pessoas com fantasias de seus personagens favoritos desde o final da década de 80. No entanto, o ato de se fantasiar era considerado apenas um elemento de expressão dos fãs.
O hobby propriamente dito, só surgiu no final da década de 90 com a popularidade do desenho animado Cavaleiros do Zodíaco. A partir deste desenho começaram a surgir as primeiras convenções de mangá no país, bem como o nome Cosplay e suas respectivas características.
Veja galeria de um evento de Cosplay realizado em Pequim:
Veja mais imagens de Cosplay:

Posted by DJ BURP | às 19:34 | 1 comentários

MULHERES

Oxygen cocktail
Para mulheres grávidas

A hipoxia fetal é a falta de oxigénio no feto durante a gravidez e o parto. Existem dois tipos de hipoxia: aguda e crónica. Os sintomas de hipoxia aguda aparecem frequentemente durante o parto.

A hipoxia crónica começa durante a gravidez em consequência de distúrbios de circulação na placenta e utricula do sangue. Durante este processo patológico a placenta não fornece o bebé com a quantidade de oxigénio e substancias nutrientes suficientes. A hipoxia atinge 67,5% na escala de distúrbios que levam a doenças pré-natais. A hipoxia é baseada na insuficiência fetoplacentar.

Influência da nutrição saudável nas grávidas.

É importante ter uma alimentação saudável durante toda a sua vida. Ainda assim, é especialmente importante ter esse ritual quando o corpo cresce intensamente. Uma série de estudos científicos comprovam que a nutrição da mulher tem uma influência directa sobre o desenvolvimento do seu bebé. A alimentação saudável é fundamental para o crescimento do corpo do bebé, pois a mãe é o seu principal fornecedor de todos os nutrientes necessários, como proteínas, carbonos, triglicérides, minerais e vitaminas.

A alimentação saudável do feto também inclui o seu fornecimento com o oxigénio. A alimentação desequilibrada da mãe pode levar ao atraso do desenvolvimento do bebé, transtornos placentárias e hipoxia fetal.

Perigo da anemia fetal e hipoxia.

Foi cientificamente provado, que a gravidez faz com que o volume de sangue em circulação aumente, o que por sua vez requer que as mulheres grávidas precisem de mais oxigénio para nutrir o sangue. O oxigénio é fornecido para os tecidos com a ajuda da hemoglobina, cuja produção depende do ferro no nosso corpo. A falta de ferro pode levar à anemia deficiente e, em consequência, á hipoxia fetal.

A hipoxia no corpo da mulher grávida, causada pela falta de oxigénio retirado do ambiente ou pela impossibilidade de fornecimento de oxigénio aos tecidos e órgãos, leva à hipoxia fetal. Além disso, a hipoxia da mulher grávida leva a problemas com a digestão dos nutrientes que ela recebe dos alimentos e à diminuição do seu metabolismo, o que, por sua vez, faz com que a nutrição do bebé piore.

A falta de oxigénio e ferro,  a anemia e subsequente hipoxia das mulheres grávidas, as principais razões que levam os médicos a recomendar às mulheres grávidas, passar o  maior tempo possível ao ar livre (principalmente na zona rural), bem como consumir alimentos e bebidas com a alta concentração de ferro e oxigénio.

O consumo de cocktails de oxigénio em casa pelas mulheres grávidas proporciona aos seus bebés um desenvolvimento pré-natal saudável, graças ao fornecimento vital de oxigénio. Poderá até  mudar os sabores todos os dias, misturando, por exemplo, os cocktails de laranja com os de maçã.

Vamos ver o que irá acontecer quando a mulher grávida começa a tomar os cocktails de oxigénio. Mal  a espuma de oxigénio entra no aparelho digestivo, ela é absorvida pelo  sangue e pela linfa.  O resultado é a maior concentração de oxigénio na linfa e na pressão parcial. Isso intensifica a saciedade dos tecidos com o oxigénio através das artérias. Por sua vez, os tecidos levam o oxigénio (que não está conectado à hemoglobina) ao plasma.

O oxigénio absorvido pelo plasma consegue chegar aos tecidos, que sofrem da falta de oxigénio, com mais facilidade. Ele é entregue a partir do plasma através dos capilares. Em outras palavras, o fornecimento de oxigénio no corpo é aumentado duma forma artificial. Além disso, o oxigénio plasmático é facilmente absorvido pela barreira placentária e activa o metabolismo do corpo da mãe. Por fim, a quantidade e a velocidade de entrega dos nutrientes para o feto são significativamente aumentadas,  o que por sua vez leva ao desenvolvimento do bebé sem desvios.

O consumo regular dos cocktails de oxigénio irá estimular o sistema imunológico, permitindo á futura mãe ultrapassar facilmente constipações  e outras doenças sazonais que poderiam afectar o bebé.

A eficácia dos cocktails de oxigénio para a prevenção e tratamento da insuficiência placentária e hipoxia fetal, foi comprovada pelos estudos clínicos em 2006 na Rússia, organizados pelo Departamento de Obstetrícia e Ginecologia da Universidade de Amizade dos Povos do Mundo.

As alterações fisiológicas no corpo da mulher, acompanhadas pela pressão durante a sua gravidez,  são frequentemente discutidas. Uma investigação extensa tem sido feita para investigar vários riscos aos quais o feto pode ser exposto durante a gravidez. O principal problema, no entanto, é que todos os medicamentos afectam o bebé. É por isso que os médicos não recomendam às mulheres grávidas a tomar qualquer medicação. Os cocktails de oxigénio são o verdadeiro milagre, pois são absolutamente seguros, tanto para a mãe, como para o bebé. Além disso, uma das melhores qualidades deste cocktail é a sua capacidade de optimizar o metabolismo, o que garante que  nunca terá problemas de excesso de peso, mesmo após o parto.

Posted by DJ BURP | às 18:44 | 0 comentários

JOGOS OCULTOS


Tabuleiro Ouija


O Tabuleiro Ouija ou Tábua Ouija é qualquer superfície plana com letras, números ou outros símbolos em que se coloca um indicador móvel, utilizada supostamente para comunicação com espíritos. Os participantes colocam os dedos sobre o indicador que então se move pelo tabuleiro para responder perguntas e enviar mensagens. Na verdade, há um jogo de tabuleiro registrado no Departamento de Comércio estadounidense com o nome de Ouija, mas a designação passou a servir a qualquer tabuleiro que se utiliza da mesma idéia.
Em Portugal , há uma variante conhecida como a brincadeira do copo ou o jogo do copo, em que um copo faz as vezes do indicador para as respostas. Existem também apoios para a utilização de lápis durante as sessões.
Origem
O princípio que baseia o tabuleiro Ouija ficou conhecido depois de 1848, ano em que duas irmãs estadounidenses, Kate e Margaret Fox, supostamente contactaram um vendedor que havia morrido anos antes e espalharam uma febre espiritualista pelos Estados Unidos e Europa[. Há também indícios de que o princípio teria sido aperfeiçoado por um espiritualista por volta de 1853, chamado M. Planchette, que teria inventado o indicador de madeira que é utilizado até hoje.
Explicação científica
Cientistas e cépticos em geral atribuem o funcionamento do tabuleiro Ouija ao efeito ideomotor. Segundo eles, as pessoas participantes da sessão involuntariamente exercem uma força imperceptível sobre o indicador utilizado, e a conjunção da força exercida por várias pessoas faz o objeto se mover. O físico inglês Michael Faraday realizou experimentos que provaram que movimentos inexplicáveis (nesse caso, das mesas girantes) atribuídos a fontes ocultas eram na verdade realizados pelos participantes dos experimentos.
O mágico ilusionista e cético americano James Randi cita em seu livro An Encyclopedia of Claims, Frauds, and Hoaxes of the Occult and Supernatural que, quando vendados, os participantes do tabuleiro Ouija não conseguem produzir mensagens inteligíveis.
Explicação espiritualista
Espiritualistas que acreditam que é possível fazer contato real com o mundo dos mortos argumentam que vendar os olhos dos participantes da mesa prejudica suas supostas capacidades mediúnicas. A idéia que fundamenta o argumento é que o espírito utilizaria os sentidos do participante durante as sessões. A maioria dos adeptos dessa teoria acredita que o tabuleiro não tem poder em si mesmo, servindo apenas como ferramenta para o médium se comunicar com o mundo dos espíritos.
Críticas
Além das tradicionais críticas dos cépticos, o tabuleiro Ouija também é criticado entre os espiritualistas. O famoso Edgar Cayce declarou-os perigosos[. Críticos avisam que maus espíritos poderiam enganar os participantes e possuí-los espiritualmente.
No meio especializado, há diversos avisos contra o uso do tabuleiro por pessoas desavisadas. Há também notícias de tablóides relatando casos de suposta possessão demoníaca em decorrência de sessões envolvendo espíritos malignos.
A Igreja Católica é crítica com o tabuleiro e a brincadeira do copo, assim como as experiências de seus fiéis no Espiritismo em geral. A recomendação dos padres é que os fiéis se mantenham distantes de participações nesse tipo de evento . Da mesma forma, Igrejas Pentecostais costumam acusar as práticas espíritas como "brincadeiras com demônios"
O jogo “pode ter graves consequências”, alerta a Associação de Divulgadores de Espiritismo de Portugal (ADEP), com sede nas Caldas da Rainha, que tem recebido no seu sítio na Internet inúmeras mensagens sobre a experiência.
José Lucas, da ADEP, esclarece que não se trata de uma sessão espírita, mas de um “meio de comunicação com o mundo espiritual, onde é usado um copo como “guia” e um conjunto de letras e algarismos. O mal está no seu uso por pessoas impreparadas e apenas para satisfação de curiosidades”, podendo tornar-se perigoso, pois “a pessoa corre perigo de obsessão espiritual. Sendo uma prática sem objectivos nobres são os espíritos inferiores e por vezes obstinados no mal que se apresentam, pois os espíritos bons e nobres não perdem tempo com futilidades”.
José Lucas disse conhecer “variadíssimos casos de obsessão espiritual de pessoas que brincaram com o assunto sem terem preparação e demoraram muito tempo a libertar-se”. Há também relatos de jovens com problemas psiquiátricos. Em Inglaterra, o jogo inspirou um filme de terror intitulado ‘O jogo dos espíritos’ e no Brasil deu origem à publicação do livro ‘Copos que andam’. A curiosidade começou nas escolas, tornou-se ‘moda’ e muitos são os que se questionam se serão os “copos que andam” apenas uma “ingénua” brincadeira.
EXPERIÊNCIAS MAL SUCEDIDAS
Em Portugal, à semelhança do que acontece noutros países, existem centenas de relatos de experiências mal sucedidas com o ‘Jogo do copo’ e descrições de jovens com problemas psiquiátricos devido a este desafio chegaram também à Associação Cultural Espírita (ACE), com sede nas Caldas da Rainha.
Ana Oliveira, presidente da ACE, reconheceu que “muitas vezes os espíritos que se manifestam são brincalhões e provocam problemas aos jovens”. “O objectivo dos jovens é terem certeza de que há comunicabilidade com os espíritos, acham engraçado o copo mexer-se, ir direito às letras e formar frases, só que às vezes fazem perguntas sobre as famílias e ficam transtornados com as respostas. Por exemplo, recebem respostas de que um amigo vai morrer e às vezes as coisas acontecem e eles ficam com medo e em pânico”, explicou a responsável da ACE, adiantando: “No espiritismo nós nunca fazemos perguntas aos espíritos”.
“O que parecia ser um simples e inofensivo jogo já teve consequências graves, com os jovens perturbados a terem de recorrer a psiquiatras”, adiantou a presidente da Associação Cultural Espírita.


Posted by DJ BURP | às 18:42 | 0 comentários

O SANATÓRIO DE WAVERLY HILL

O Sanatório de Waverly Hill:

Imagine um local onde mais de 63 mil pessoas morreram, que está fechado desde a década de 60, onde centenas de pessoas dizem terem visto fantasmas e ouvido barulhos enquanto caminhavam pelos enormes corredores.
Esse lugar é o Sanatório de Waverly Hills, aberto em 1910 para servir de abrigo a pessoas infectadas com tuberculose, que na época era uma doença sem cura e mortal. Inicialmente o local foi feito para abrigar 50 doentes, mas a epidemia de tuberculose se tornou tão grande que em pouquíssimo tempo mais de 150 pacientes viviam lá, sofrendo e morrendo em um lugar superlotado.
Suposta fotografia de um fantasma tirada no sanatório.

Como a “Peste Branca” só crescia, o hospital foi aumentado, tendo a capacidade ampliada para até 500 pessoas. Os novos andares possuíam janelas amplas para que os pacientes pudessem tomar ar, para de alguma maneira amenizar os efeitos da tuberculose que ataca os pulmões.

Como o sanatório vivia superlotado e o perigo de contágio da doença tratada lá era muito grande, os médicos receberam casas atrás do local. Para chegar até suas moradias um túnel foi feito, mas como a epidemia se tornou absurdamente grande o caminho que levava aos fundos começou a ser usado como um local de descarga de corpos, pois no auge da doença morriam em média 3 pessoas por hora.
Felizmente a cura da tuberculose foi descoberta e em 1961 o sanatório fechou as portas, porém as histórias de assombrações apenas haviam começado. Em 2001, o lugar foi comprado e aberto ao público, isso gerou milhares de relatos de fantasmas, barulhos estranhos e visões sobrenaturais.
Saída do túnel

A fama desse local é tão grande que ele é considerado os lugares mais assombrado das Américas. Inclusive o programa Ghost Hunters gravou um episódio no sanatório.

Este é o sanatório de Waverly Hill, em Kentucky nos Estados Unidos da América.

Mas o hospital de Waverly Hill nem sempre foi assim, de facto, toda esta infra-estrutura foi erguida ao lado de um edifício muito mais pequeno que começou a ser construído em 1908 e foi inaugurado no dia 26 de Julho de 1910.
Era um edifício de apenas dois pisos que fora projectado para acolher entre 40 a 50 pessoas infectadas pela doença da tuberculose.
A tuberculose era na altura uma doença muito grave, visto que não havia cura e os antibióticos ainda não haviam sido descobertos.
Assim, as pessoas a quem era diagnosticada esta doença incurável, tinham de ser afastadas da população porque a tuberculose é altamente contagiosa. Naquele tempo, a única coisa que os médicos aconselhavam era que essas pessoas fossem movidas para um sítio calmo e com muito ar fresco onde pudessem descansar. Por isso, o edifício foi construído numa colina rodeado de florestação.
Só que a tuberculose atingiu um estado epidémico, e rapidamente o pequeno hospital ficou sobrelotado. Com 140 pacientes, já bem acima da lotação máxima, havia sem dúvida a necessidade de construir um hospital muito maior.
Em Março de 1924 começa então a construção do sanatório como o conhecemos hoje. No dia 17 de Outubro de 1926 o grande hospital está pronto para começar a receber pacientes com o vírus da terrível tuberculose. Apenas pacientes com essa doença eram admitidas no sanatório, pois era esse o objectivo para o qual fora construído
Estávamos perante um edifício de 5 andares com capacidade para acolher no mínimo 400 pessoas infectadas
O tratamento dos doentes consistia basicamente em apanhar bastante ar fresco, mesmo em más condições meteorológicas os pacientes eram levados para um género de uma varanda coberta, muito descanso, ingestão de alimentos ricos em proteínas, exposição ao sol e a candeeiros de raios ultra-violeta, intervenções cirúrgicas para apertar os pulmões e injectar ar, o que permitia fechar buracos causados pela doença ou, como que numa última tentativa de salvar o paciente, eram efectuadas intervenções que consistiam na remoção das partes do pulmão infectadas, técnica mais avançada em que era necessário tirar 6 a 7 costelas do tórax do paciente.
A nível psicológico eram também tomadas algumas medidas, manter os doentes ocupados em variadas tarefas como por exemplo a tecer cestos, fazer vassouras, colchas, toalhas e outros objectos que eram depois vendidos numa pequena loja no sanatório. Os ganhos revertiam a favor da investigação da tuberculose.
Havia também várias tomadas para auscultadores, assim os doentes podiam ouvir música, notícias, ou o que lhes interessasse.
Esta era uma forma de tirar os doentes da monotonia e mantê-los ocupados com outras coisas que não a sua doença fatal. Eram igualmente confortados com palavras de esperança por parte dos médicos e das enfermeiras.

Sabe-se que foram feitas experiências em pacientes terminais, algumas das quais incluíam choques eléctricos, na tentativa de descobrir a cura para a “Praga Branca”.
Na morgue, quando não havia mais espaço, os corpos já em estado lastimável, eram pendurados de cabeça para baixo à espera de serem levados para enterro.
Ao longo dos anos, o sanatório acolheu centenas de pessoas, a maioria não sobreviveu ao que ficou conhecido como a “Praga Branca”. Estima-se que 63.000 pessoas morreram naquele hospital.
No entanto as pessoas fizeram amizades entre elas e tentava-se despertar alegria nas pessoas, apesar da situação. Haviam diversas ocupações, como por exemplo montar a cavalo e transmissão de filmes. No natal alguém fazia de Pai Natal e as crianças saiam do edifício e podiam vê-lo a rondar com as suas renas.
O hospital dispunha dos melhores médicos e enfermeiras, todo o pessoal era altamente qualificado isso fez deste o melhor hospital da tuberculose.
De facto, eles arriscavam a sua própria vida para tentar dar uma vida melhor a estas pessoas que chegavam de todo o lado. Também não podiam sair do recinto do sanatório para precaver que a doença se espalhasse, por isso ficava em casas que foram construídas para acolher médicos, enfermeiras e todo o pessoal ao serviço do sanatório.
Ao mesmo tempo que o edifício principal estava a ser construído, foi também construído um túnel que ficou conhecido como “O Túnel da Morte”. É um túnel com cerca de 150 metros de comprimento que vai desde o cimo da colina onde o edifício foi construído até ao vale.
O objectivo inicial era providenciar vapor aos radiadores do sanatório, por isso tinha canos que passavam através dele. Servia também de passagem ao pessoal que trabalhava no sanatório, pois no inverno fazia muito frio e isso era uma forma de se manterem quentes ao longo do percurso que tinham de fazer.
Mas o túnel ganhou fama porque chegou uma altura em que faleciam em média 3 pessoas por hora, assim, para os outros pacientes não verem os corpos a serem levados para serem entregues às suas famílias e posteriormente enterrados, o pessoal do hospital usava o túnel para transportar os corpos desde o edifício até cá abaixo, onde eram depois entregues directamente aos familiares ou levados para as suas terras de comboio.

O túnel tinha uns degraus num lado esquerdo e um género de carris no outro. Era através dos carris que circulavam as macas que desciam auxiliadas por um sistema mecânico de ganchos que faziam assim os corpos descer até ao vale. Os carris foram entretanto retirados e já não existem nos dias de hoje.
Existe o mito de que os corpos eram literalmente atirados pelo túnel e ficavam ali em monte, mas isso não é verdade, nem sequer faz sentido.
Consta também que no quarto 502, uma enfermeira em depressão com todas aquelas mortes cometeu suicídio, atirando-se da janela.
Diz-se também que uma outra enfermeira de seu nome Mary Hillenburg, se enforcou. Há no entanto quem diga que ela foi assistida no enforcamento. Ela estaria grávida de um dos médicos e terá sido vítima de um aborto mal sucedido. Ela foi encontrada enforcada num dos canos do 5º piso. Mais tarde foi também encontrado num poço o feto resultante do aborto.
Com a descoberta dos antibióticos veio a cura para a tuberculose. A doença foi rapidamente erradicada e o sanatório de Waverly Hill encerrado em 1961, sendo os restantes pacientes transferidos para um outro hospital em Hazelwood que por sua vez viria também a encerrar em 1971.
O sanatório foi reaberto em 1962 com o nome de Woodhaven como hospital de idosos e manteve-se assim até 1981, altura em que foi novamente encerrado por alegadas acusações de abuso dos pacientes.
Entretanto foi depois vendido e estaria destinado a ser transformado em prisão, só que houve protestos por parte da população e isso nunca chegou a ser uma realidade.
Depois de outros projectos que nunca chegariam a ser levados a cabo, o edifício foi vendido novamente em 2001 e é hoje propriedade privada pertencente a Charlie e Tina Mattingly, que organizam visitas guiadas ao sanatório.
Por apenas 80 EUROS por pessoa é ainda possível passar uma noite inteira em busca de actividade paranormal no sanatório, de facto já vários investigadores e cadeias de televisão levaram a cabo vários estudos no seu interior.
Diz-se que este é o local mais assombrado de toda a América e foram já tiradas várias fotos de fantasmas, captados EVP’s e alguns vídeos em que é possível deixar mais que provado que este hospital é deveras uma fonte interminável de espíritos que vagueiam pelos seus corredores.
É muito frequente verem-se sombras a passar sem que haja alguém que origine essas sombras, por vezes paira no ar um cheiro a panquecas e pão, sem qualquer motivo.
Já foram vistos fantasmas por diversas pessoas, assim como pegadas molhadas sem que ninguém tenha passado por lá.
Fala-se também numa menina com uma bola que assombra o edifício. Um dos guias ao fazer uma visita guiada encontrou uma bola e levou-a para outro piso, no final da visita a bola tinha desaparecido e foi mais tarde encontrada num outro local.
Muitas pessoas afirmam também ouvir vozes quando estão dentro do edifício. Frases como “Vai-te embora!” ou “Que raio de hospital é este?” foram inclusive gravadas quando era rodado o filme “O Túnel da Morte”. Um filme baseado em factos verídicos que conta a história de 5 raparigas que participam num jogo do medo durante 5 horas e que foi rodado precisamente no sanatório.
De noite, visitantes e seguranças afirmam que se acendem luzes inexplicavelmente nos quartos do hospital.
Em 2006 uma empresa instalou várias câmaras no edifício na noite das bruxas e a dado momento as câmaras captaram duas formas de criança que apareceram no corredor e desapareceram na parede.
Os mesmos relatos, as mesmas aparições são relatadas por várias pessoas, seria coincidência a mais toda a gente presenciar o mesmo tipo de fenómenos.
Orbs (bolas de luz branca geralmente invisíveis a olho nú) são quase sempre captadas nas fotografias. Estas orbs podem conter vários espíritos que podem depois separar-se a determinada altura.




















Posted by DJ BURP | às 18:14 | 0 comentários

LEONARDO DA'VINCI


Técnico descobre imagem oculta no quadro da Última Ceia
Um técnico de informática italiano afirma ter descoberto outra imagem oculta dentro do quadro A Última Ceia, de Leonardo da Vinci, no qual apareceriam diversas figuras – entre elas, um templário e a Virgem Maria.

Pesci Slavisa, 36 anos, notou algo estranho no quadro enquanto folheava uma revista. Ele decidiu escanear a imagem e imprimi-la em um papel translúcido. Depois, o técnico a colocou de novo sobre o quadro original e descobriu “um novo desenho, com outras imagens”, explicou, nesta quarta-feira, durante uma entrevista coletiva em Milão.
Slavisa, natural de Mântua, no norte da Itália, explicou que, na parte direita do quadro, aparece um templário e, no centro, a figura da Virgem Maria. “Há uma coincidência de pontos que acho que não podem ser fruto de uma casualidade, mas um cálculo preciso de Leonardo”, disse.
Slavisa afirmou que não sabe explicar qual pode ser o significado de sua descoberta, que, segundo ele, deve ser dado pelos “críticos e estudiosos da arte”.
O técnico repetiu o mesmo processo com outras obras de Leonardo da Vinci, inclusive com um auto-retrato, e disse que também descobriu uma nova imagem no quadro. “Leonardo se divertia escondendo outras imagens em suas pinturas” afirmou. Slavisa ressaltou que o que ele apresentou agora foi notado por acaso, “algo que todos podem verificar de uma maneira muito simples”.
O técnico afirmou que não é um fã de Dan Brown – autor de O Código Da Vinci -, nem um aficionado pelo pintor. Ele ressaltou, ainda, que um amigo o convenceu a patentear a descoberta antes de divulgá-la.
No entanto, o crítico de arte e assessor cultural de Milão Vittorio Sgarbi, qualificou as novas informações de “pura invenção”. Sgarbi alegou que é impossível que haja no famoso quadro de Leonardo “desenhos de pessoas diferentes das que podem ser vistas”. fonte: Terra
Eu, como teórico da conspiração, discordo totalmente de Vittorio Sgarbi e decidi mostrar aos irmãos do Sedentário um pouco da genialidade de Leonardo, em uma demonstração simples que qualquer pessoa pode fazer em casa com um Photoshop: Lembrando sempre que Leonardo adorava escrever da direita para a esquerda e colocar imagens e textos em seus diários que só podiam ser interpretadas usando um espelho, portanto não é de se estranhar que ele tenha trazido algumas destas brincadeiras para suas telas.
Faça da seguinte maneira
1 – copie e cole a imagem da Santa Ceia) em outra Layer
2 – Inverta a imagem (flip horizontal)
3 – sobreponha a layer sobre a imagem original utilizando a ferramenta “hard light” com 50% de transparência.
O resultado será o seguinte, entre outras curiosidades:
São Filipe aparece carregando um bebê em seus braços. As lendas templárias dizem que, após Jesus ter sido retirado vivo da cruz, seus apóstolos precisaram levar Maria Madalena e seu filho em segurança para o Egito e São Filipe foi um dos que a acompanhou nesta viagem.



São Simão, o Zelote, aparece vestido como um Cavaleiro Templário, com capa e túnica. São Simão, como Zelote, foi um dos que auxiliou na revolta dos Judeus contra os romanos, anos após a retirada de Jesus e sua família em segurança de Jerusalém. Uma grande homenagem de Leonardo!


Jesus, refletido, aparece mostrando o famoso “Sagrado Coração de Jesus”, alegoria muito conhecida dentro das Ordens Rosacruzes, da qual Leonardo também fazia parte, representando o Santo Graal. Discretamente, uma taça azul também pode ser vista logo abaixo do coração de Jesus. Compare com a imagem tradicionalmente conhecida no catolicismo e tire suas próprias conclusões.









 














Por último, Leonardo, que nasceu em 15 de abril (Ariano) se coloca entre as imagens refletidas de São Simão, que representa Áries nos signos do Zodíaco nesta tela (mas vou falar sobre signos e a santa ceia na próxima coluna).


















Nesta imagem, DaVinci também se caracteriza como templário, com direito até mesmo ao Coif, veste tradicional da Ordem do Priorado do Sião (sim, eles existem mesmo… você achou que o Dan Brown inventou essa ordem?)

Posted by DJ BURP | às 17:56 | 0 comentários